TGV
O Ministério do Ambiente deu "luz verde" ao troço de alta velocidade Aveiro-Vila Nova de Gaia, que integra a futura linha Lisboa-Porto, impondo condicionantes, anunciou ontem a RAVE - Rede Ferroviária de Alta Velocidade.
A alternativa selecionada para este troço, com uma extensão aproximada de 70 quilómetros, desenvolve-se entre o concelho de Oliveira do Bairro, atravessa os concelhos de Aveiro, Albergaria-a-Velha, Estarreja, Oliveira de Azeméis, Ovar, Feira e Espinho e termina em Vila Nova de Gaia, segundo a RAVE.
Por outro lado, o agrupamento Alta Velocidade Espanha-Portugal (AVEP) lançou o concurso para a elaboração de um estudo destinado a avaliar a viabilidade económica e financeira de uma linha ferroviária de alta velocidade no corredor Faro-Huelva.
Fonte: Jornal de Notícias - PT - 10/02/10
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Yeda estará em Canoas
Canoas – Canoas receberá ginásio de esportes. Ele faz parte do Programa de Prevenção da Violência (PPV) e é um empreendimento por meio de Parceria Público-Privada (PPP).
"Vamos construir ginásio de esportes, conjuntos habitacionais e dar incentivos fiscais ao distrito industrial de Canoas", afirmou a secretária-Geral de Governo, Ana Pellini.
De acordo com o secretário da Saúde, Osmar Terra, o PPV trata a violência como um problema de saúde.
Ele explicou que o programa está integrado e focalizado em municípios com maiores indicadores de criminalidade, para atender de forma preventiva e promover reinserção social. Até 2009, foram investidos R$ 30 milhões.
Terra também disse que o acompanhamento das crianças através do Programa Primeira Infância Melhor (PIM) é "uma maneira de reduzir a violência".
A governadora Yeda Crusius estará hoje em Canoas para a cerimônia de assinatura de ordem de início de obras de Ginásio de Esportes do Programa de Prevenção da Violência - PPV.
Local: Escola Estadual de Ensino Médio São Francisco de Assis - Rua Campinas, 2020, bairro Mathias Velho.
Fonte: Correio de Notícias RS - 10/02/10
"Vamos construir ginásio de esportes, conjuntos habitacionais e dar incentivos fiscais ao distrito industrial de Canoas", afirmou a secretária-Geral de Governo, Ana Pellini.
De acordo com o secretário da Saúde, Osmar Terra, o PPV trata a violência como um problema de saúde.
Ele explicou que o programa está integrado e focalizado em municípios com maiores indicadores de criminalidade, para atender de forma preventiva e promover reinserção social. Até 2009, foram investidos R$ 30 milhões.
Terra também disse que o acompanhamento das crianças através do Programa Primeira Infância Melhor (PIM) é "uma maneira de reduzir a violência".
A governadora Yeda Crusius estará hoje em Canoas para a cerimônia de assinatura de ordem de início de obras de Ginásio de Esportes do Programa de Prevenção da Violência - PPV.
Local: Escola Estadual de Ensino Médio São Francisco de Assis - Rua Campinas, 2020, bairro Mathias Velho.
Fonte: Correio de Notícias RS - 10/02/10
Pernambucanos vão a Londres para premiação da Nokia
Um grupo de estudantes pernambucanos viajou até Londres, na Inglaterra, na semana passada para participar da entrega do projeto Sketch Your World (desenhe o seu mundo, em português), parte do que podemos chamar de um reality show da tecnologia.
Na prática, os quatro jovens - três deles ligados ao Centro de Informática (CIn) da Universidade Federal de Pernambuco - foram selecionados em novembro de 2009 por meio da competição Push N900, da Nokia, para desenvolvero aplicativo que roda no smartphone N900 um tipo de computador portátil da empresa finlandesa.
Enquanto isso, eles tiveram que contar a experiência e as dificuldades de criação do pequeno programa por meio de um blog, com textos, comentários e vídeos postados semanalmente no endereço http://blogs.nokia.com/ pushn900/category/sketch-your-world.
"O legal do concurso não foi a competição e o resultado em si, mas o processo de criação que era acompanhado por outras pessoas por meio de pequenos episódios na internet", comenta o engenheiro da computação JesusSanchez-Palencia, que participou do desafio com os amigos Ana Cecília Martins, Filipe Calegario e Patricia Montenegro.
Esta última responsável pelo design do aplicativo.
Basicamente, o Sketch Your World permite que você tire uma foto com o N900 e a transforme em traços de desenho, como no antigo brinquedo Traço mágico, popular nos anos 80, para ser repassado para o protótipo de um microcontrolador chamado de Arduino (também criado pelos estudantes) e depois desenhado automaticamente pela máquina.
Possivelmente, o programa não tem valor comercial, mas fortalece as possibilidades de convergência entre diferentes plataformas.
Além deste, outros quatro trabalhos foram escolhidos para participar do Push N900 em todo o mundo (um de Fortaleza e outros três da Austrália, Canadá e Alemanha).
Todos eles foram apresentados em Londres na semana passada.
O concurso foi destinado a desenvolvedores, técnicos, cientistas, artistas e designers de todo o planeta.
Mais prêmios - O aluno de doutorado Henrique Rebêlo, também ligado ao CIn/UFPE, foi selecionado para participar do Internship Program na Microsoft Research, em Redmond, nos Estados Unidos.
Ele passará três meses desenvolvendo um projeto na área de linguagens de programação junto a pesquisadores da gigante da computação.
Na UFPE, Henrique é orientando do professor do centro e vice-coordenador da pós-graduação Ricardo Massa.
Fonte: Do Diario de Pernambuco - 10/02/10
Na prática, os quatro jovens - três deles ligados ao Centro de Informática (CIn) da Universidade Federal de Pernambuco - foram selecionados em novembro de 2009 por meio da competição Push N900, da Nokia, para desenvolvero aplicativo que roda no smartphone N900 um tipo de computador portátil da empresa finlandesa.
Enquanto isso, eles tiveram que contar a experiência e as dificuldades de criação do pequeno programa por meio de um blog, com textos, comentários e vídeos postados semanalmente no endereço http://blogs.nokia.com/ pushn900/category/sketch-your-world.
"O legal do concurso não foi a competição e o resultado em si, mas o processo de criação que era acompanhado por outras pessoas por meio de pequenos episódios na internet", comenta o engenheiro da computação JesusSanchez-Palencia, que participou do desafio com os amigos Ana Cecília Martins, Filipe Calegario e Patricia Montenegro.
Esta última responsável pelo design do aplicativo.
Basicamente, o Sketch Your World permite que você tire uma foto com o N900 e a transforme em traços de desenho, como no antigo brinquedo Traço mágico, popular nos anos 80, para ser repassado para o protótipo de um microcontrolador chamado de Arduino (também criado pelos estudantes) e depois desenhado automaticamente pela máquina.
Possivelmente, o programa não tem valor comercial, mas fortalece as possibilidades de convergência entre diferentes plataformas.
Além deste, outros quatro trabalhos foram escolhidos para participar do Push N900 em todo o mundo (um de Fortaleza e outros três da Austrália, Canadá e Alemanha).
Todos eles foram apresentados em Londres na semana passada.
O concurso foi destinado a desenvolvedores, técnicos, cientistas, artistas e designers de todo o planeta.
Mais prêmios - O aluno de doutorado Henrique Rebêlo, também ligado ao CIn/UFPE, foi selecionado para participar do Internship Program na Microsoft Research, em Redmond, nos Estados Unidos.
Ele passará três meses desenvolvendo um projeto na área de linguagens de programação junto a pesquisadores da gigante da computação.
Na UFPE, Henrique é orientando do professor do centro e vice-coordenador da pós-graduação Ricardo Massa.
Fonte: Do Diario de Pernambuco - 10/02/10
Retaliação comercial do Brasil preocupa empresários dos EUA
Camex aprova elevação da tarifa para a importação de 222 produtos em retaliação ao subsídio americano algodão.
Washington - A Associação Nacional de Manufatureiros dos Estados Unidos, maior associação da indústria americana, reagiu com preocupação à notícia da retaliação comercial contra o país no valor de US$ 560 milhões aprovada pelo Brasil nesta terça-feira.
"Em um setor com tantas multinacionais, a retaliação certamente terá um impacto mais amplo, não somente nos dois países", disse à BBC Brasil o diretor de Política de Comércio Internacional da entidade, Doug Goudie.
Nesta terça-feira, o Conselho de Ministros da Câmara de Comércio Exterior (Camex) do Brasil aprovou uma lista prévia com 222 produtos americanos, no valor de US$ 2,7 bilhões, que poderão ter aumento do Imposto de Importação.
A medida brasileira é uma retaliação comercial aos subsídios pagos pelos Estados Unidos aos produtores de algodão.
No ano passado, depois de sete anos de disputa, o Brasil foi autorizado pela Organização Mundial do Comércio (OMC) a levar adiante a retaliação.
Coalizão Segundo Goudie, a associação está acompanhando a questão em conjunto com entidades como a Câmara de Comércio Americana e o Brazil US Business Council.
"Estamos trabalhando juntos, criando uma coalizão, reunindo as empresas e associações que deverão ser afetadas, que representam a vasta maioria dos manufatureiros nos Estados Unidos", afirmou.
A lista final de produtos afetados será divulgada somente em 1º de março.
Segundo a Camex, serão feitos ajustes técnicos para adequar a lista ao valor aproximado de US$ 560 milhões.
O diretor da associação americana disse que desde o final do ano passado, quando foi divulgada uma primeira lista prévia, o setor já vinha se mobilizando.
"Orientamos as empresas a entrarem em contato com seus clientes no Brasil e expressar a preocupação", disse Goudie.
Uma das orientações era a de lembrar que a retaliação a determinados produtos poderia custar empregos no Brasil, já que os importadores podem ter problemas em encontrar outros fornecedores ou em manter preços competitivos podendo, eventualmente, ter de fechar as portas e cortar vagas.
Propriedade intelectual
Goudie disse ainda que os manufatureiros estão sofrendo por uma retaliação provocada, na verdade, por outro setor (o agrícola).
Segundo o diretor, a principal preocupação dos manufatureiros americanos é a possibilidade de retaliação cruzada, ou seja, de o governo brasileiro usar seu direito de retaliação não apenas em produtos, mas também nas áreas de serviço e propriedade intelectual.
O governo brasileiro já afirmou que avalia essa possibilidade.
"A propriedade intelectual está no coração do setor manufatureiro americano", disse Goudie. "Estamos muito preocupados com o impacto que isso teria, não apenas nas nossas relações com o Brasil, mas em como abordar esse tipo de sistema, na ideia de propriedade intelectual como um todo", afirmou.
Fonte: BBC Brasil - 10/02/10
Washington - A Associação Nacional de Manufatureiros dos Estados Unidos, maior associação da indústria americana, reagiu com preocupação à notícia da retaliação comercial contra o país no valor de US$ 560 milhões aprovada pelo Brasil nesta terça-feira.
"Em um setor com tantas multinacionais, a retaliação certamente terá um impacto mais amplo, não somente nos dois países", disse à BBC Brasil o diretor de Política de Comércio Internacional da entidade, Doug Goudie.
Nesta terça-feira, o Conselho de Ministros da Câmara de Comércio Exterior (Camex) do Brasil aprovou uma lista prévia com 222 produtos americanos, no valor de US$ 2,7 bilhões, que poderão ter aumento do Imposto de Importação.
A medida brasileira é uma retaliação comercial aos subsídios pagos pelos Estados Unidos aos produtores de algodão.
No ano passado, depois de sete anos de disputa, o Brasil foi autorizado pela Organização Mundial do Comércio (OMC) a levar adiante a retaliação.
Coalizão Segundo Goudie, a associação está acompanhando a questão em conjunto com entidades como a Câmara de Comércio Americana e o Brazil US Business Council.
"Estamos trabalhando juntos, criando uma coalizão, reunindo as empresas e associações que deverão ser afetadas, que representam a vasta maioria dos manufatureiros nos Estados Unidos", afirmou.
A lista final de produtos afetados será divulgada somente em 1º de março.
Segundo a Camex, serão feitos ajustes técnicos para adequar a lista ao valor aproximado de US$ 560 milhões.
O diretor da associação americana disse que desde o final do ano passado, quando foi divulgada uma primeira lista prévia, o setor já vinha se mobilizando.
"Orientamos as empresas a entrarem em contato com seus clientes no Brasil e expressar a preocupação", disse Goudie.
Uma das orientações era a de lembrar que a retaliação a determinados produtos poderia custar empregos no Brasil, já que os importadores podem ter problemas em encontrar outros fornecedores ou em manter preços competitivos podendo, eventualmente, ter de fechar as portas e cortar vagas.
Propriedade intelectual
Goudie disse ainda que os manufatureiros estão sofrendo por uma retaliação provocada, na verdade, por outro setor (o agrícola).
Segundo o diretor, a principal preocupação dos manufatureiros americanos é a possibilidade de retaliação cruzada, ou seja, de o governo brasileiro usar seu direito de retaliação não apenas em produtos, mas também nas áreas de serviço e propriedade intelectual.
O governo brasileiro já afirmou que avalia essa possibilidade.
"A propriedade intelectual está no coração do setor manufatureiro americano", disse Goudie. "Estamos muito preocupados com o impacto que isso teria, não apenas nas nossas relações com o Brasil, mas em como abordar esse tipo de sistema, na ideia de propriedade intelectual como um todo", afirmou.
Fonte: BBC Brasil - 10/02/10
Fomenti absorve mais dez projetos em TI no polo Olinda Digital
O Núcleo de Fomento de Negócios Inovadores (Fomenti), incubadora com atuação no polo de empresas de tecnologia Olinda Digital, pretende absorver mais dez projetos empreendedores ainda durante este primeiro semestre. O anúncio foi feito na última quinta-feira, durante a abertura do 1º Fórum de Empresas de TIC de Olinda. Segundo os responsáveis, a ampliação significará mais oportunidades para possíveis empresários interessados na região, a exemplo de estudantes e profissionais que queiram aproveitar os benefícios oferecidos na Cidade Alta.
"Queremos consolidar Olinda como um novo polo de tecnologia porque consideramos ser este um passo estratégico para a região, que sofre com a escassez de recursos públicos e que pode ganhar muito com a ampliação deste setor", disse a ex-prefeita da cidade e atual secretária estadual de Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente, Luciana Santos, fazendo coro aos discursos do prefeito de Olinda, Renildo Calheiros, e da coordenadora do Olinda Digital, Izabel Grizzi.
Segundo o diretor de inovação e de empreendedorismo da Fomenti, Celso Roberto Perez, os interessados em participar do processo de incubação, que neste ano deve ganhar reforço de verba vinda também do Sebrae, já podem submeter seus projetos para aprovação. "O nosso processo de incubação é diferente. O edital fica aberto durante o ano inteiro, recebendo novas ideias a qualquer momento. Além disso, os aprovados não precisam pagar taxas mensais pelo aluguel de salas fixas ou por outros custos deste tipo. Mantemos a maioria dos nossos incubados como empresas virtuais, que usufrui as consultorias e os treinamentos, além da infraestrutura do Olinda Digital, mas que só migram para uma sala física depois que conquistarem algum edital de subvenção ou financiamento", explica. "Desta forma, evitamos que os empresários percam tempo correndo atrás de outros projetos para pagar as contas da incubação, ao invés de ficarem focados no próprio produto que precisam trabalhar", completa.
Das companhias incubadas atualmente, cinco delas já migraram para uma sala fixa (duas na sede do Olinda Digital e três numa pequena casa alugada na região) e outras cinco continuam trabalhando de forma virtual. No caso das primeiras, quatro delas foram aprovadas no último edital do Programa Primeira Empresa e duas no Programa de Apoio à Pesquisa em Empresas (Pappe), ambos da Financiadora de Estudo e Projetos (Finep). Os interessados em saber mais sobre o processo seletivo da Fomenti podem procurar o edital e os formulários de incubação no site www.fomenti.org.br.
Fonte: Do Diario de Pernambuco - 10/02/10
"Queremos consolidar Olinda como um novo polo de tecnologia porque consideramos ser este um passo estratégico para a região, que sofre com a escassez de recursos públicos e que pode ganhar muito com a ampliação deste setor", disse a ex-prefeita da cidade e atual secretária estadual de Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente, Luciana Santos, fazendo coro aos discursos do prefeito de Olinda, Renildo Calheiros, e da coordenadora do Olinda Digital, Izabel Grizzi.
Segundo o diretor de inovação e de empreendedorismo da Fomenti, Celso Roberto Perez, os interessados em participar do processo de incubação, que neste ano deve ganhar reforço de verba vinda também do Sebrae, já podem submeter seus projetos para aprovação. "O nosso processo de incubação é diferente. O edital fica aberto durante o ano inteiro, recebendo novas ideias a qualquer momento. Além disso, os aprovados não precisam pagar taxas mensais pelo aluguel de salas fixas ou por outros custos deste tipo. Mantemos a maioria dos nossos incubados como empresas virtuais, que usufrui as consultorias e os treinamentos, além da infraestrutura do Olinda Digital, mas que só migram para uma sala física depois que conquistarem algum edital de subvenção ou financiamento", explica. "Desta forma, evitamos que os empresários percam tempo correndo atrás de outros projetos para pagar as contas da incubação, ao invés de ficarem focados no próprio produto que precisam trabalhar", completa.
Das companhias incubadas atualmente, cinco delas já migraram para uma sala fixa (duas na sede do Olinda Digital e três numa pequena casa alugada na região) e outras cinco continuam trabalhando de forma virtual. No caso das primeiras, quatro delas foram aprovadas no último edital do Programa Primeira Empresa e duas no Programa de Apoio à Pesquisa em Empresas (Pappe), ambos da Financiadora de Estudo e Projetos (Finep). Os interessados em saber mais sobre o processo seletivo da Fomenti podem procurar o edital e os formulários de incubação no site www.fomenti.org.br.
Fonte: Do Diario de Pernambuco - 10/02/10
China já é o maior país exportador do mundo
Agora é oficial: a China é a maior exportadora do mundo, superando Alemanha e Estados Unidos. Em 20 anos, Pequim multiplicou por 20 suas exportações e sobrepujou tradicionais potências europeias e os americanos.
A China também caminha para ultrapassar os japoneses e ocupar a posição de segunda maior economia do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos.
Os dados sobre o comércio mundial foram confirmados nesta terça-feira diante da constatação das autoridades alemãs de que as exportações do país sofreram em 2009 a maior queda desde os anos 50.
Segundo o departamento de estatísticas da Alemanha, as vendas chinesas atingiram US$ 1,201 trilhão em 2009. Já as exportações alemãs foram de US$ 1,121 trilhão no ano passado.
Parte da posição de número um da China é resultado da recessão que atingiu o mundo entre 2008 e 2009.
Nos últimos anos, a expansão das exportações alemãs tem sido o pilar da economia do país.
Mas a recessão gerou uma reviravolta no modelo de crescimento defendido pela chanceler Angela Merkel.
En 2009, os alemães que lideravam o ranking mundial de vendas externas desde o início da década registraram uma queda de 18,4% em suas exportações.
Já as importações recuaram 17,2%.
O ano passado ainda marcou a recessão mais intensa na economia alemã desde a 2ª Guerra, com uma contração de 5% do Produto Interno Bruto (PIB).
Em 2009, 62% das vendas dos alemães foram para outros países europeus.
Isso ainda garantiu um superávit de 136,1 bilhão para as contas do país.
Mas o saldo positivo é 40 bilhões abaixo dos níveis de 2008.
A maior economia da Europa ainda teve uma alta de 3,4% nas exportações em dezembro de 2009, o primeiro sinal positivo desde outubro de 2008.
Já a China era apenas o sétimo maior exportador do mundo há dez anos, com US$ 250 bilhões em vendas e 4% do mercado mundial.
Em 1990, a China exportou apenas US$ 62 bilhões, 20 vezes menos que os níveis de 2009.
A China é a principal parceira comercial do Brasil e já substituiu os americanos como o principal fornecedor de mercadorias para a Europa.
A distância entre Brasil e China também se ampliou.
Em 1990, o Brasil exportava um terço do valor vendido pela China.
Em 2009, Pequim exportou oito vezes mais que as empresas brasileiras.
As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".
Fonte: Agência Estado - 10/02/10
A China também caminha para ultrapassar os japoneses e ocupar a posição de segunda maior economia do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos.
Os dados sobre o comércio mundial foram confirmados nesta terça-feira diante da constatação das autoridades alemãs de que as exportações do país sofreram em 2009 a maior queda desde os anos 50.
Segundo o departamento de estatísticas da Alemanha, as vendas chinesas atingiram US$ 1,201 trilhão em 2009. Já as exportações alemãs foram de US$ 1,121 trilhão no ano passado.
Parte da posição de número um da China é resultado da recessão que atingiu o mundo entre 2008 e 2009.
Nos últimos anos, a expansão das exportações alemãs tem sido o pilar da economia do país.
Mas a recessão gerou uma reviravolta no modelo de crescimento defendido pela chanceler Angela Merkel.
En 2009, os alemães que lideravam o ranking mundial de vendas externas desde o início da década registraram uma queda de 18,4% em suas exportações.
Já as importações recuaram 17,2%.
O ano passado ainda marcou a recessão mais intensa na economia alemã desde a 2ª Guerra, com uma contração de 5% do Produto Interno Bruto (PIB).
Em 2009, 62% das vendas dos alemães foram para outros países europeus.
Isso ainda garantiu um superávit de 136,1 bilhão para as contas do país.
Mas o saldo positivo é 40 bilhões abaixo dos níveis de 2008.
A maior economia da Europa ainda teve uma alta de 3,4% nas exportações em dezembro de 2009, o primeiro sinal positivo desde outubro de 2008.
Já a China era apenas o sétimo maior exportador do mundo há dez anos, com US$ 250 bilhões em vendas e 4% do mercado mundial.
Em 1990, a China exportou apenas US$ 62 bilhões, 20 vezes menos que os níveis de 2009.
A China é a principal parceira comercial do Brasil e já substituiu os americanos como o principal fornecedor de mercadorias para a Europa.
A distância entre Brasil e China também se ampliou.
Em 1990, o Brasil exportava um terço do valor vendido pela China.
Em 2009, Pequim exportou oito vezes mais que as empresas brasileiras.
As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".
Fonte: Agência Estado - 10/02/10
Revitalização de área carente em Londres pode ser exemplo para Rio 2016, diz consultor
Desde que foi escolhida para sediar os Jogos Olímpicos de 2012, Londres têm se destacado por estabelecer a palavra "legado" como princípio fundamental da organização do evento.
A ideia aqui é que o impacto das Olimpíadas não termine em 2012, mas sim produza uma revitalização da economia que deixe benefícios de longo prazo para a cidade.
"Para organizar as Olimpíadas, não basta apenas construir as instalações esportivas, que são obviamente uma parte importante do evento.
É preciso aproveitar essa oportunidade única para resolver desafios chaves da cidade, como problemas de infra-estrutura e sociais", diz o arquiteto Bill Hanway, um dos coordenadores do projeto Legado dos Jogos de Londres-2012.
O foco do projeto olímpico londrino é a revitalização do bairro de Stratford, uma das áreas mais pobres e carentes da Europa, na zona leste da cidade.
Para discutir que tipo de legado o comitê organizador britânico pretende deixar para Londres após os Jogos de 2012 e que lições o Rio de Janeiro pode tirar disso, a BBC Brasil entrevistou Bill Hanway, vice-presidente da Aecom, a consultoria que lidera o Projeto Legado de Londres-2012.
BBC Brasil - Como começou e do que se trata o projeto Legado dos Jogos de Londres-2012? Hanway - O projeto surgiu ainda em 2003, dois anos antes de a cidade ter sido eleita como sede das Olimpíadas de 2012.
Desde o início, o que sustenta nossa iniciativa é o reconhecimento de que para organizar as Olimpíadas, não basta apenas construir as instalações esportivas, que são obviamente uma parte importante do evento.
É preciso aproveitar essa oportunidade única para resolver desafios chaves da cidade, como problemas de infra-estrutura e sociais.
Assim, tudo o que vem sendo feito para os Jogos foi pensado também para deixar um legado positivo para Londres que perdure pelo menos até 2040.
BBC Brasil - Por que as Olimpíadas representam um momento tão especial para mudanças nas cidades?
Hanway - Em primeiro lugar, os Jogos podem gerar uma vontade política única. Decisões que eram difíceis de serem tomadas antes, até por falta de consenso, tornam-se mais viáveis por causa das Olimpíadas. Isso decorre da atenção que a população e a mídia dedicam ao evento. Além disso, as Olimpíadas sempre atraem uma quantidade única de recursos financeiros, o que faz toda a diferença.
BBC Brasil - O que o projeto Legado pretende mudar em Londres?
Hanway - Nosso foco principal é revitalizar o bairro de Stratford, na zona leste de Londres, uma das regiões mais pobres da Europa.
A expectativa de vida nessa área é sete anos inferior à média nacional.
Os índices de criminalidade e pobreza também são os mais altos, enquanto os de acesso à educação e à saúde são os mais baixos do país.
É justamente lá que o Parque Olímpico está sendo instalado. Nossa intenção é que as Olimpíadas deflagrem uma efetiva regeneração da zona leste de Londres. Certamente não vamos resolver todos os problemas, mas o projeto Legado pode dar os primeiros passos.
BBC Brasil - Quais serão esses primeiros passos?
Hanway - O primeiro grande desafio urbanístico da região é o transporte público. Para levar as pessoas para trabalhar no Parque e posteriormente comparecer aos Jogos, a área está sendo conectada às principais redes de metrô e de ônibus da cidade.
Também teremos 14 quilômetros de novas ruas chegando à região, além de 35 quilômetros de ciclovias e calçadões.
Depois dos Jogos, essa será a zona mais bem conectada de Londres.Outro problema que diagnosticamos lá foi a ausência de um espaço público de lazer.
Por isso, o projeto Legado prevê que uma área de mil metros quadrados do Parque Olímpico seja convertida em um enorme parque para o público depois dos Jogos.
Finalmente, o Parque está sendo desenvolvido para deixar para a região cerca de 10 mil novas casas, 35% delas a preços populares, cinco escolas e três centros médicos.
Tudo isso seguindo o que há de mais avançado em termos de tecnologias sustentáveis para o meio ambiente.
BBC Brasil - Não há o risco de que parte das estruturas desse Parque Olímpico, como o estádio, fique abandonada por falta de uso depois dos Jogos?
Hanway - Graças ao projeto Legado, Londres não terá de conviver com estruturas ociosas após os Jogos. As estruturas do Parque Olímpico já têm um uso previsto para depois do evento esportivo.
O Centro de Mídia, por exemplo, se tornará um prédio de escritórios.
Já o Estádio Olímpico terá sua capacidade de público reduzida pela metade, já que 55 mil pessoas será espaço excessivo, e passará a abrigar uma escola de esportes para adolescentes.
Com iniciativas desse tipo, vamos evitar o que ocorre na Grécia, onde há estruturas que praticamente nunca mais foram usadas depois dos Jogos de 2000 e que estão se deteriorando.
BBC Brasil - Muitos empregos costumam ser gerados antes e durante os Jogos, principalmente no setor de construção civil. Mas esses empregos não desaparecem depois das Olimpíadas? Hanway - É importante lembrar que as estruturas criadas para os Jogos podem gerar empregos depois que o evento acabar.
Os sistemas de transporte e de manutenção das redes de água, esgoto e energia elétrica que serão instalados continuarão gerando vagas de trabalho.
Há previsão também de que os trabalhadores da construção civil continuarão ocupados por um bom tempo com adaptações das estruturas olímpicas às novas necessidades.
Mas, o mais importante de tudo isso, é que a reurbanização e a reestruturação da região propiciadas pelos Jogos gerem desenvolvimento econômico.
Estimamos que essa expansão da economia local possa gerar até 10 mil novos empregos em diversos setores, em especial no comércio e em serviços.
BBC Brasil - Qual tem sido a participação da comunidade local nos Jogos?
Hanway - Em Londres, há regras que obrigam os organizadores de grandes eventos a incluir a população local na organização.
Isso é muito importante, porque só assim você mantém as pessoas motivadas e interessadas no projeto. Mais do que isso, é só assim que garantimos que o legado será de acordo com o que elas realmente desejam.
Os jovens têm papel especial nesse processo. Se você pensar que os Jogos do Rio ocorrerão a daqui seis anos, são as crianças de hoje que vão estar mais motivadas e participativas quando o evento efetivamente ocorrer.
Portanto, é preciso levar os alunos das escolas locais para conhecer os futuros centros esportivos, permitir que eles acompanhem a organização dos Jogos e convidar atletas para conversar com essas crianças sobre suas experiências olímpicas.
Finalmente, é preciso permitir acesso especial aos Jogos para a comunidade local.
É fundamental que a população que recebe as Olimpíadas possa desfrutar do evento tanto quanto os turistas.
BBC Brasil - Os desafios sociais do Rio, principalmente em termos de violência, não podem ser comparados com os de Londres. É realmente possível imaginar que o Rio possa seguir os passos de Londres?
Hanway - Enquanto Londres e o Rio são certamente cidades diferentes que desempenham papéis distintos no contexto nacional e regional, os princípios fundamentais que conduzem o projeto Legado de Londres são totalmente replicáveis pelo Rio de Janeiro.
Em primeiro lugar, é preciso estabelecer prioridades, como melhorar o sistema de transportes, o fornecimento de água e a qualidade dos serviços de saúde e educação.
A chave para o sucesso de um projeto legado no Rio seria garantir que os investimentos nos Jogos priorizem iniciativas que gerem benefícios de longo prazo.
Mais do que isso, é preciso transformar em lei aquilo que for estabelecido pelo projeto legado, de forma que seus ideais não se percam com o tempo.
BBC Brasil - Quais são as lições que o comitê organizador do Rio-2016 pode tirar de vocês? Hanway - Durante a organização dos Jogos, há sempre muita pressão sobre a tomada de decisão, sobre a liberação de recursos, sobre aspectos específicos do evento etc.
Mas os organizadores precisam ter em mente que todo investimento financeiro e político para os Jogos pode e deve produzir um legado de longo prazo.
Ao mesmo tempo em que se pensa na estrutura que as Olimpíadas exigem, é preciso olhar para o futuro e enxergar os desafios sociais e urbanos que a cidade precisa suplantar.
As duas coisas precisam andar juntas.
Tenho certeza de que, com esse raciocínio, a história da zona leste de Londres vai mudar completamente. O mesmo pode acontecer com o Rio.
Fonte: BBC Brasil - 10/02/10
A ideia aqui é que o impacto das Olimpíadas não termine em 2012, mas sim produza uma revitalização da economia que deixe benefícios de longo prazo para a cidade.
"Para organizar as Olimpíadas, não basta apenas construir as instalações esportivas, que são obviamente uma parte importante do evento.
É preciso aproveitar essa oportunidade única para resolver desafios chaves da cidade, como problemas de infra-estrutura e sociais", diz o arquiteto Bill Hanway, um dos coordenadores do projeto Legado dos Jogos de Londres-2012.
O foco do projeto olímpico londrino é a revitalização do bairro de Stratford, uma das áreas mais pobres e carentes da Europa, na zona leste da cidade.
Para discutir que tipo de legado o comitê organizador britânico pretende deixar para Londres após os Jogos de 2012 e que lições o Rio de Janeiro pode tirar disso, a BBC Brasil entrevistou Bill Hanway, vice-presidente da Aecom, a consultoria que lidera o Projeto Legado de Londres-2012.
BBC Brasil - Como começou e do que se trata o projeto Legado dos Jogos de Londres-2012? Hanway - O projeto surgiu ainda em 2003, dois anos antes de a cidade ter sido eleita como sede das Olimpíadas de 2012.
Desde o início, o que sustenta nossa iniciativa é o reconhecimento de que para organizar as Olimpíadas, não basta apenas construir as instalações esportivas, que são obviamente uma parte importante do evento.
É preciso aproveitar essa oportunidade única para resolver desafios chaves da cidade, como problemas de infra-estrutura e sociais.
Assim, tudo o que vem sendo feito para os Jogos foi pensado também para deixar um legado positivo para Londres que perdure pelo menos até 2040.
BBC Brasil - Por que as Olimpíadas representam um momento tão especial para mudanças nas cidades?
Hanway - Em primeiro lugar, os Jogos podem gerar uma vontade política única. Decisões que eram difíceis de serem tomadas antes, até por falta de consenso, tornam-se mais viáveis por causa das Olimpíadas. Isso decorre da atenção que a população e a mídia dedicam ao evento. Além disso, as Olimpíadas sempre atraem uma quantidade única de recursos financeiros, o que faz toda a diferença.
BBC Brasil - O que o projeto Legado pretende mudar em Londres?
Hanway - Nosso foco principal é revitalizar o bairro de Stratford, na zona leste de Londres, uma das regiões mais pobres da Europa.
A expectativa de vida nessa área é sete anos inferior à média nacional.
Os índices de criminalidade e pobreza também são os mais altos, enquanto os de acesso à educação e à saúde são os mais baixos do país.
É justamente lá que o Parque Olímpico está sendo instalado. Nossa intenção é que as Olimpíadas deflagrem uma efetiva regeneração da zona leste de Londres. Certamente não vamos resolver todos os problemas, mas o projeto Legado pode dar os primeiros passos.
BBC Brasil - Quais serão esses primeiros passos?
Hanway - O primeiro grande desafio urbanístico da região é o transporte público. Para levar as pessoas para trabalhar no Parque e posteriormente comparecer aos Jogos, a área está sendo conectada às principais redes de metrô e de ônibus da cidade.
Também teremos 14 quilômetros de novas ruas chegando à região, além de 35 quilômetros de ciclovias e calçadões.
Depois dos Jogos, essa será a zona mais bem conectada de Londres.Outro problema que diagnosticamos lá foi a ausência de um espaço público de lazer.
Por isso, o projeto Legado prevê que uma área de mil metros quadrados do Parque Olímpico seja convertida em um enorme parque para o público depois dos Jogos.
Finalmente, o Parque está sendo desenvolvido para deixar para a região cerca de 10 mil novas casas, 35% delas a preços populares, cinco escolas e três centros médicos.
Tudo isso seguindo o que há de mais avançado em termos de tecnologias sustentáveis para o meio ambiente.
BBC Brasil - Não há o risco de que parte das estruturas desse Parque Olímpico, como o estádio, fique abandonada por falta de uso depois dos Jogos?
Hanway - Graças ao projeto Legado, Londres não terá de conviver com estruturas ociosas após os Jogos. As estruturas do Parque Olímpico já têm um uso previsto para depois do evento esportivo.
O Centro de Mídia, por exemplo, se tornará um prédio de escritórios.
Já o Estádio Olímpico terá sua capacidade de público reduzida pela metade, já que 55 mil pessoas será espaço excessivo, e passará a abrigar uma escola de esportes para adolescentes.
Com iniciativas desse tipo, vamos evitar o que ocorre na Grécia, onde há estruturas que praticamente nunca mais foram usadas depois dos Jogos de 2000 e que estão se deteriorando.
BBC Brasil - Muitos empregos costumam ser gerados antes e durante os Jogos, principalmente no setor de construção civil. Mas esses empregos não desaparecem depois das Olimpíadas? Hanway - É importante lembrar que as estruturas criadas para os Jogos podem gerar empregos depois que o evento acabar.
Os sistemas de transporte e de manutenção das redes de água, esgoto e energia elétrica que serão instalados continuarão gerando vagas de trabalho.
Há previsão também de que os trabalhadores da construção civil continuarão ocupados por um bom tempo com adaptações das estruturas olímpicas às novas necessidades.
Mas, o mais importante de tudo isso, é que a reurbanização e a reestruturação da região propiciadas pelos Jogos gerem desenvolvimento econômico.
Estimamos que essa expansão da economia local possa gerar até 10 mil novos empregos em diversos setores, em especial no comércio e em serviços.
BBC Brasil - Qual tem sido a participação da comunidade local nos Jogos?
Hanway - Em Londres, há regras que obrigam os organizadores de grandes eventos a incluir a população local na organização.
Isso é muito importante, porque só assim você mantém as pessoas motivadas e interessadas no projeto. Mais do que isso, é só assim que garantimos que o legado será de acordo com o que elas realmente desejam.
Os jovens têm papel especial nesse processo. Se você pensar que os Jogos do Rio ocorrerão a daqui seis anos, são as crianças de hoje que vão estar mais motivadas e participativas quando o evento efetivamente ocorrer.
Portanto, é preciso levar os alunos das escolas locais para conhecer os futuros centros esportivos, permitir que eles acompanhem a organização dos Jogos e convidar atletas para conversar com essas crianças sobre suas experiências olímpicas.
Finalmente, é preciso permitir acesso especial aos Jogos para a comunidade local.
É fundamental que a população que recebe as Olimpíadas possa desfrutar do evento tanto quanto os turistas.
BBC Brasil - Os desafios sociais do Rio, principalmente em termos de violência, não podem ser comparados com os de Londres. É realmente possível imaginar que o Rio possa seguir os passos de Londres?
Hanway - Enquanto Londres e o Rio são certamente cidades diferentes que desempenham papéis distintos no contexto nacional e regional, os princípios fundamentais que conduzem o projeto Legado de Londres são totalmente replicáveis pelo Rio de Janeiro.
Em primeiro lugar, é preciso estabelecer prioridades, como melhorar o sistema de transportes, o fornecimento de água e a qualidade dos serviços de saúde e educação.
A chave para o sucesso de um projeto legado no Rio seria garantir que os investimentos nos Jogos priorizem iniciativas que gerem benefícios de longo prazo.
Mais do que isso, é preciso transformar em lei aquilo que for estabelecido pelo projeto legado, de forma que seus ideais não se percam com o tempo.
BBC Brasil - Quais são as lições que o comitê organizador do Rio-2016 pode tirar de vocês? Hanway - Durante a organização dos Jogos, há sempre muita pressão sobre a tomada de decisão, sobre a liberação de recursos, sobre aspectos específicos do evento etc.
Mas os organizadores precisam ter em mente que todo investimento financeiro e político para os Jogos pode e deve produzir um legado de longo prazo.
Ao mesmo tempo em que se pensa na estrutura que as Olimpíadas exigem, é preciso olhar para o futuro e enxergar os desafios sociais e urbanos que a cidade precisa suplantar.
As duas coisas precisam andar juntas.
Tenho certeza de que, com esse raciocínio, a história da zona leste de Londres vai mudar completamente. O mesmo pode acontecer com o Rio.
Fonte: BBC Brasil - 10/02/10
Venezuela dá incentivo para economizar energia
SÃO PAULO - O governo venezuelano, que declarou na segunda-feira estado de emergência elétrica, lançou um plano de economia de eletricidade que contempla desde sanções até incentivos nas contas, tanto para clientes residenciais como comerciais e industriais.
O presidente Hugo Chávez anunciou uma redução de até 50% da conta para clientes residenciais que diminuam o consumo em 20%, e uma cobrança extra de até 200% para quem elevar o consumo também em 20%.
O estado de emergência vai se estender por 60 dias e poderá ser prorrogado. Chávez fez o anúncio em cadeia nacional, horas depois de declarar a " emergência elétrica " .
A falta de chuva causou uma forte queda no nível do reservatório da maior hidrelétrica do país e levou o governo a racionar a distribuição de energia, o que tem afetado a popularidade do presidente.
O racionamento, que também afeta a distribuição de água, prejudica o governo a sete meses das eleições legislativas de setembro, em que Chávez pretende manter a maioria da Assembleia Nacional para continuar as reformas de seu projeto socialista.
O governo afirma que a grave situação se deve a uma prolongada seca que esvaziou a gigantesca represa de El Guro, responsável por 70% da geração elétrica do país, e também devido ao aumento da demanda em consequência da expansão econômica até 2008.
Mas a oposição e especialistas afirmam que a crise se deve a anos sem investimentos no setor e à falta de preparação para enfrentar o crescimento do consumo.
" Se você baixar o consumo entre 10% e 20%, receberá um desconto de 25%.
Se a redução chegar a 20% ou mais, o desconto é de 50% " , explicou o presidente, segundo um comunicado.
Chávez acrescentou que se, ao contrário, houver um aumento do consumo, serão aplicadas sanções.
Para quem aumentar 10%, haverá uma cobrança extra de 100%, e, para quem superar os 20%, o aumento será de 200%.
Para os setores comercial e industrial, Chávez anunciou que a redução do consumo deve ser de 20% em relação ao mesmo mês do ano anterior.
Fonte:Valor Econômico - 10/02/10
O presidente Hugo Chávez anunciou uma redução de até 50% da conta para clientes residenciais que diminuam o consumo em 20%, e uma cobrança extra de até 200% para quem elevar o consumo também em 20%.
O estado de emergência vai se estender por 60 dias e poderá ser prorrogado. Chávez fez o anúncio em cadeia nacional, horas depois de declarar a " emergência elétrica " .
A falta de chuva causou uma forte queda no nível do reservatório da maior hidrelétrica do país e levou o governo a racionar a distribuição de energia, o que tem afetado a popularidade do presidente.
O racionamento, que também afeta a distribuição de água, prejudica o governo a sete meses das eleições legislativas de setembro, em que Chávez pretende manter a maioria da Assembleia Nacional para continuar as reformas de seu projeto socialista.
O governo afirma que a grave situação se deve a uma prolongada seca que esvaziou a gigantesca represa de El Guro, responsável por 70% da geração elétrica do país, e também devido ao aumento da demanda em consequência da expansão econômica até 2008.
Mas a oposição e especialistas afirmam que a crise se deve a anos sem investimentos no setor e à falta de preparação para enfrentar o crescimento do consumo.
" Se você baixar o consumo entre 10% e 20%, receberá um desconto de 25%.
Se a redução chegar a 20% ou mais, o desconto é de 50% " , explicou o presidente, segundo um comunicado.
Chávez acrescentou que se, ao contrário, houver um aumento do consumo, serão aplicadas sanções.
Para quem aumentar 10%, haverá uma cobrança extra de 100%, e, para quem superar os 20%, o aumento será de 200%.
Para os setores comercial e industrial, Chávez anunciou que a redução do consumo deve ser de 20% em relação ao mesmo mês do ano anterior.
Fonte:Valor Econômico - 10/02/10
IPTU pode ser mais barato para quem mora em ruas não pavimentadas em Recife
Lei determina que carnês do Recife devem ter escrito se a via é ou não calçada; prazo para agamento do imposto termina nesta quarta
Termina nesta quarta-feira (10) o prazo para o pagamento da cota única ou da primeira parcela do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), do Recife.
O que pouca gente sabe é que o IPTU pode ser mais barato para quem mora em ruas não pavimentadas.
Existe uma lei permitindo que o contribuinte tenha desconto do imposto junto à Prefeitura.
Um ano inteiro de transtornos.
"No verão é poeira e buraco e no inverno é muita lama, além de esgoto a céu aberto”, disse a professora Paloma Viana.
Realidade de quem mora na rua Santana de Araújo e em tantas outras do Recife que não tem calçamento.
O auxiliar de escritório Gilson Machado recebeu o IPTU deste ano: R$ 205,74, um valor que ele acha injusto para uma rua esburacada.
“Paga valor alto por uma coisa que não é verdade, pois na Prefeitura consta como calçada”, reclama.
Para evitar situações como essa, em 2005, entrou em vigor uma lei que determina: em todos os carnês de IPTU do Recife têm que estar escrito se a rua é ou não calçada.
A lei continua no papel.
Os carnês deste ano foram enviados aos contribuintes sem essa informação.
A Prefeitura também é obrigada a divulgar os dados no site oficial.
A lei foi proposta pelo vereador André Ferreira, do PMDB.
“Sem esse controle, a Prefeitura pode estar cobrando um valor igual para moradores de ruas com e sem calçamento. É injusto”, explicou.
O diretor da Administração Tributária do Recife, Antônio Gomes, garante que ninguém está sendo prejudicado.
“É em função do imóvel”, disse.
Mas, para a presidente da Associação de Defesa da Cidadania e do Consumidor (Adecon), Rosana Grimberg, essa informação é fundamental para o contribuinte saber, claramente, o que está pagando.
“A única saída que o consumidor é procurar o Ministério Público para exigir o cumprimento da lei”, falou.
Fonte: Da Redação do pe360graus.com - 10/02/10
Termina nesta quarta-feira (10) o prazo para o pagamento da cota única ou da primeira parcela do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), do Recife.
O que pouca gente sabe é que o IPTU pode ser mais barato para quem mora em ruas não pavimentadas.
Existe uma lei permitindo que o contribuinte tenha desconto do imposto junto à Prefeitura.
Um ano inteiro de transtornos.
"No verão é poeira e buraco e no inverno é muita lama, além de esgoto a céu aberto”, disse a professora Paloma Viana.
Realidade de quem mora na rua Santana de Araújo e em tantas outras do Recife que não tem calçamento.
O auxiliar de escritório Gilson Machado recebeu o IPTU deste ano: R$ 205,74, um valor que ele acha injusto para uma rua esburacada.
“Paga valor alto por uma coisa que não é verdade, pois na Prefeitura consta como calçada”, reclama.
Para evitar situações como essa, em 2005, entrou em vigor uma lei que determina: em todos os carnês de IPTU do Recife têm que estar escrito se a rua é ou não calçada.
A lei continua no papel.
Os carnês deste ano foram enviados aos contribuintes sem essa informação.
A Prefeitura também é obrigada a divulgar os dados no site oficial.
A lei foi proposta pelo vereador André Ferreira, do PMDB.
“Sem esse controle, a Prefeitura pode estar cobrando um valor igual para moradores de ruas com e sem calçamento. É injusto”, explicou.
O diretor da Administração Tributária do Recife, Antônio Gomes, garante que ninguém está sendo prejudicado.
“É em função do imóvel”, disse.
Mas, para a presidente da Associação de Defesa da Cidadania e do Consumidor (Adecon), Rosana Grimberg, essa informação é fundamental para o contribuinte saber, claramente, o que está pagando.
“A única saída que o consumidor é procurar o Ministério Público para exigir o cumprimento da lei”, falou.
Fonte: Da Redação do pe360graus.com - 10/02/10
Fogaça deve sancionar o projeto do novo cais
Proposta aprovada pela Câmara prevê prédio de até 33 andares na área
Apesar de o prazo terminar em 4 de março, o prefeito José Fogaça deve sancionar nos próximos dias o projeto de revitalização do Cais Mauá, um dos cartões-postais da capital.
Polêmica por prever prédio de até 33 andares, a proposta foi entregue ontem à prefeitura pelo presidente da Câmara de Porto Alegre, Nelcir Tessaro.
A medida passou pelos vereadores no fim de 2009.
Este é um momento importante que consolida um trabalho realizado a quatro mãos, envolvendo a prefeitura e o governo do Estado. Esperamos que o projeto possa trazer um novo status para Porto Alegre – enfatizou Fogaça, em nota oficial.
Com um custo previsto de R$ 500 milhões, o projeto de revitalização prevê uma Parceria Público-Privada (PPP). S
e a sanção do projeto se confirmar, a prefeitura de Porto Alegre promete o início das obras ainda para 2010, com previsão de conclusão para 2014, ano da Copa do Mundo.
Protocolado pela prefeitura na Câmara, o projeto destina a área do cais para atividades culturais, gastronômicas e comerciais, permitindo a construção de prédio de até cem metros próximo à rodoviária.
A área do projeto tem 1,8 quilômetros quadrados e 3,3 quilômetros de extensão, abrangendo o trecho que vai da Usina do Gasômetro até as proximidades da Estação Rodoviária.
A iniciativa atual é mais uma proposta que tenta recuperar um dos cartões-postais da Capital. Por mais de duas décadas, prefeitos e governadores fizeram planos de revitalização, mas eles acabaram engavetados por falta de dinheiro e desavenças políticas.
Fonte: Zero Hora - RS/FRANCISCO AMORIM - 10/02/10
Apesar de o prazo terminar em 4 de março, o prefeito José Fogaça deve sancionar nos próximos dias o projeto de revitalização do Cais Mauá, um dos cartões-postais da capital.
Polêmica por prever prédio de até 33 andares, a proposta foi entregue ontem à prefeitura pelo presidente da Câmara de Porto Alegre, Nelcir Tessaro.
A medida passou pelos vereadores no fim de 2009.
Este é um momento importante que consolida um trabalho realizado a quatro mãos, envolvendo a prefeitura e o governo do Estado. Esperamos que o projeto possa trazer um novo status para Porto Alegre – enfatizou Fogaça, em nota oficial.
Com um custo previsto de R$ 500 milhões, o projeto de revitalização prevê uma Parceria Público-Privada (PPP). S
e a sanção do projeto se confirmar, a prefeitura de Porto Alegre promete o início das obras ainda para 2010, com previsão de conclusão para 2014, ano da Copa do Mundo.
Protocolado pela prefeitura na Câmara, o projeto destina a área do cais para atividades culturais, gastronômicas e comerciais, permitindo a construção de prédio de até cem metros próximo à rodoviária.
A área do projeto tem 1,8 quilômetros quadrados e 3,3 quilômetros de extensão, abrangendo o trecho que vai da Usina do Gasômetro até as proximidades da Estação Rodoviária.
A iniciativa atual é mais uma proposta que tenta recuperar um dos cartões-postais da Capital. Por mais de duas décadas, prefeitos e governadores fizeram planos de revitalização, mas eles acabaram engavetados por falta de dinheiro e desavenças políticas.
Fonte: Zero Hora - RS/FRANCISCO AMORIM - 10/02/10
Os prefeitos do Recife e Olinda assinam portaria liberando circulação de táxis
Os foliões que vão brincar carnaval no Recife e em Olinda terão mais táxis à disposição este ano. A portaria (001/2010), que deve ser assinada hoje, às 11h, pelos prefeitos de Recife e Olinda, prevê que os motoristas que atuam no Recife vão ser autorizados a pegar passageiros em Olinda, assim como os profissionais da cidade patrimônio poderão atender passageiros na capital do sábado de Zé Pereira à Quarta-feira de Cinzas.
Esse tipo de atuação é probida no dia a dia por leis municipais. Com o acordo, que teve a interferência do governo do estado, acaba-se uma das principais celeumas do carnaval pernambucano. A falta de táxis chegava a manchar a imagem da festa. Isso porque os foliões, principalmente os turistas, sempre se queixaram do quesito transporte em Olinda. Os taxistas recifenses podiam levar os foliões, porém, não pegavam nenhum passageiro na volta.
O acordo entre as duas principais cidades que vendem afesta no estado deve ser anunciado hoje à imprensa, por meio de uma coletiva, marcada no gabinete do prefeito do Recife, João da Costa. Até ontem, fontes oficiais falavam apenas em negociações sobre o assunto. As informações, no entanto, foram confirmadas pelo Sindicato dos Taxistas de Olinda e por fontes do Diario. Dias antes, o próprio prefeito João da Costa havia informado ao colunista João Alberto sobre a portaria.
Na prática, o documento vai permitir que os 6.125 táxis da capital pernambucana possam circular nas vias olindenses e que os 759 táxis de Olinda vão poder fazer o mesmo no Recife. Ontem à tarde, o Diario procurou o secretário de Transportes, Controle Urbano e Ambiental de Olinda, João Luiz da Silva Júnior, para confirmar a informação e ele adiantou que os prefeitos estavam em pleno processo de negociação. O Sindicato dos Taxistas de Pernambuco, no entanto, afirmou desconhecer o assunto.
O turista cearense Régis Xavier achou a iniciativa justa e que deveria existir o ano todo.
Polêmica - A decisão traz vantagens para os foliões, mas a polêmica entre os taxistas, principalmente os de Olinda, esquentou. A categoria se considera injustiçada, pois ao longo do resto do ano essa situação não é permitida. "Se isso valesse para o ano todo, eu concordaria. Mas não é assim que está acontecendo. Além disso, a lei foi de autoria do Recife e agora eles querem mudar só para se beneficiarem no carnaval", comentou o taxista Sílvio Bezerra.
A presidente do Sindicato dos Taxistas de Olinda, Élide Silva, passou o dia de ontem reunida para discutir o assunto e confirmou a portaria. Segundo ela, não é verdade que faltam táxis em Olinda. "Temos carros suficientes, mas no horário de pico claro que a demanda aumenta e os táxis vão demorar um pouco mais", disse. Nos cálculos de Élide Silva, não havia motivos para essa portaria. "Imaginamos um milhão de pessoas em Olinda ao longo de quatro dias. Se cada táxi carrega 40 pessoas por dia, isso significa 160 foliões ao longo do carnaval. Como nem todas vão pegar táxi, esperamos atender cerca de 130 mil passageiros na folia.Temos veículos suficientes", calculou.
Para o turista cearense Régis Xavier, 41 anos, é justo que os taxistas possam trabalhar nas duas cidades. "Imagine viajar por 40 quilômetros e não poder pegar um passageiro quando chegar ao destino? Só acho que essa decisão não deveria existir só no carnaval. Devia ser rotina. Lá em Fortaleza as viagens são livres", contou.
Onde encontrar táxis na folia
759 é a quantidade de táxis de Olinda
6.125 é o número de táxis do Recife. Cerca de 3 mil deles vão rodar no carnaval
Veja onde ficam os pontos de táxi na folia:
Olinda
Bairro Novo, Joaquim Nabuco, Carmo, Correios, Varadouro, Bom Sucesso, Praça do Jacaré e Mercado Eufrásio. O principal deles é o do Varadouro, com 100 veículos se revezando
Recife
Cerca de 3 mil táxis ficarão em pontos estratégicos. São eles: Armazém 14, Ponte Maurício de Nassau (sentido Rua Madre de Deus), Av. Martins de Barros com Ponte Maurício de Nassau, Av Martins de Barros com Ponte Buarque de Macedo, Rua do Observatório, Av. Alfredo Lisboa (em frente à Receita Federal) e Ponte Buarque de Macedo (sentido Banco do Brasil)
Fonte: Do Diario de Pernambuco - 10/02/10
Esse tipo de atuação é probida no dia a dia por leis municipais. Com o acordo, que teve a interferência do governo do estado, acaba-se uma das principais celeumas do carnaval pernambucano. A falta de táxis chegava a manchar a imagem da festa. Isso porque os foliões, principalmente os turistas, sempre se queixaram do quesito transporte em Olinda. Os taxistas recifenses podiam levar os foliões, porém, não pegavam nenhum passageiro na volta.
O acordo entre as duas principais cidades que vendem afesta no estado deve ser anunciado hoje à imprensa, por meio de uma coletiva, marcada no gabinete do prefeito do Recife, João da Costa. Até ontem, fontes oficiais falavam apenas em negociações sobre o assunto. As informações, no entanto, foram confirmadas pelo Sindicato dos Taxistas de Olinda e por fontes do Diario. Dias antes, o próprio prefeito João da Costa havia informado ao colunista João Alberto sobre a portaria.
Na prática, o documento vai permitir que os 6.125 táxis da capital pernambucana possam circular nas vias olindenses e que os 759 táxis de Olinda vão poder fazer o mesmo no Recife. Ontem à tarde, o Diario procurou o secretário de Transportes, Controle Urbano e Ambiental de Olinda, João Luiz da Silva Júnior, para confirmar a informação e ele adiantou que os prefeitos estavam em pleno processo de negociação. O Sindicato dos Taxistas de Pernambuco, no entanto, afirmou desconhecer o assunto.
O turista cearense Régis Xavier achou a iniciativa justa e que deveria existir o ano todo.
Polêmica - A decisão traz vantagens para os foliões, mas a polêmica entre os taxistas, principalmente os de Olinda, esquentou. A categoria se considera injustiçada, pois ao longo do resto do ano essa situação não é permitida. "Se isso valesse para o ano todo, eu concordaria. Mas não é assim que está acontecendo. Além disso, a lei foi de autoria do Recife e agora eles querem mudar só para se beneficiarem no carnaval", comentou o taxista Sílvio Bezerra.
A presidente do Sindicato dos Taxistas de Olinda, Élide Silva, passou o dia de ontem reunida para discutir o assunto e confirmou a portaria. Segundo ela, não é verdade que faltam táxis em Olinda. "Temos carros suficientes, mas no horário de pico claro que a demanda aumenta e os táxis vão demorar um pouco mais", disse. Nos cálculos de Élide Silva, não havia motivos para essa portaria. "Imaginamos um milhão de pessoas em Olinda ao longo de quatro dias. Se cada táxi carrega 40 pessoas por dia, isso significa 160 foliões ao longo do carnaval. Como nem todas vão pegar táxi, esperamos atender cerca de 130 mil passageiros na folia.Temos veículos suficientes", calculou.
Para o turista cearense Régis Xavier, 41 anos, é justo que os taxistas possam trabalhar nas duas cidades. "Imagine viajar por 40 quilômetros e não poder pegar um passageiro quando chegar ao destino? Só acho que essa decisão não deveria existir só no carnaval. Devia ser rotina. Lá em Fortaleza as viagens são livres", contou.
Onde encontrar táxis na folia
759 é a quantidade de táxis de Olinda
6.125 é o número de táxis do Recife. Cerca de 3 mil deles vão rodar no carnaval
Veja onde ficam os pontos de táxi na folia:
Olinda
Bairro Novo, Joaquim Nabuco, Carmo, Correios, Varadouro, Bom Sucesso, Praça do Jacaré e Mercado Eufrásio. O principal deles é o do Varadouro, com 100 veículos se revezando
Recife
Cerca de 3 mil táxis ficarão em pontos estratégicos. São eles: Armazém 14, Ponte Maurício de Nassau (sentido Rua Madre de Deus), Av. Martins de Barros com Ponte Maurício de Nassau, Av Martins de Barros com Ponte Buarque de Macedo, Rua do Observatório, Av. Alfredo Lisboa (em frente à Receita Federal) e Ponte Buarque de Macedo (sentido Banco do Brasil)
Fonte: Do Diario de Pernambuco - 10/02/10
CALÇADOS -Governo amplia benefício para 95% em Pernambuco
AUGUSTO LEITE
Ao longo da história, Pernambuco perdeu espaço na indústria de calçados para estados como Paraíba, Ceará e Bahia.
As estratégias agressivas dos vizinhos forçaram o Estado a adotar medidas similares.
Depois de conceder 90% de benefícios fiscais relacionados ao saldo devedor nos últimos anos, o Governo deu mais um passo.
Foi publicado ontem no Diário Oficial o decreto 34.566, que ampliou a concessão ofertada pelo Programa de Desenvolvimento da Indústria de Calçados, Bolsas, Cintos e Bolas Esportivas para 95%.
Para isso, as empresas devem manter 100 empregos diretos e atingir receita bruta superior a R$ 2,5 milhões.
Uma das primeiras contempladas deve ser a BSB Produtora de Equipamentos de Produção Individual (EPI), do grupo paulista Bertin.
Com investimentos de R$ 10 milhões, a unidade será instalada em Bonito, no Agreste, onde irá gerar 600 empregos diretos em dois anos.
O Governo aguardava a chegada de novas empresas para lançar o decreto, mas as fábricas já implementadas também poderão ser beneficiadas, assim como toda a cadeia do couro, desde os insumos consumidos.
“Esses 5% (a mais) fazem diferença porque na Paraíba, por exemplo, a concessão chega a 99%. Agora, com as condições de logística e mercado consumidor de Pernambuco, conseguiremos competir com igualdade”, justificou o diretor de Benefícios Fiscais e Relações com os Municípios da Secretaria Estadual da Fazenda (Sefaz), Roberto Abreu.
Fonte: Folha de Pernambuco - 10/02/10
Ao longo da história, Pernambuco perdeu espaço na indústria de calçados para estados como Paraíba, Ceará e Bahia.
As estratégias agressivas dos vizinhos forçaram o Estado a adotar medidas similares.
Depois de conceder 90% de benefícios fiscais relacionados ao saldo devedor nos últimos anos, o Governo deu mais um passo.
Foi publicado ontem no Diário Oficial o decreto 34.566, que ampliou a concessão ofertada pelo Programa de Desenvolvimento da Indústria de Calçados, Bolsas, Cintos e Bolas Esportivas para 95%.
Para isso, as empresas devem manter 100 empregos diretos e atingir receita bruta superior a R$ 2,5 milhões.
Uma das primeiras contempladas deve ser a BSB Produtora de Equipamentos de Produção Individual (EPI), do grupo paulista Bertin.
Com investimentos de R$ 10 milhões, a unidade será instalada em Bonito, no Agreste, onde irá gerar 600 empregos diretos em dois anos.
O Governo aguardava a chegada de novas empresas para lançar o decreto, mas as fábricas já implementadas também poderão ser beneficiadas, assim como toda a cadeia do couro, desde os insumos consumidos.
“Esses 5% (a mais) fazem diferença porque na Paraíba, por exemplo, a concessão chega a 99%. Agora, com as condições de logística e mercado consumidor de Pernambuco, conseguiremos competir com igualdade”, justificou o diretor de Benefícios Fiscais e Relações com os Municípios da Secretaria Estadual da Fazenda (Sefaz), Roberto Abreu.
Fonte: Folha de Pernambuco - 10/02/10
Cliente do Unibanco vai trocar de conta
SÃO PAULO - O Itaú já converteu 50 antigas agências do Unibanco, cuja marca vai desaparecer na rede de varejo, em unidades do Itaú.
Com a mudança, os antigos clientes do Unibanco terão de trocar os números de agência e de conta.
Segundo Silvio de Carvalho, diretor financeiro do banco, o processo será acelerado agora em março.
O trabalho de conversão fase mais delicada da fusão - deverá ser concluído até dezembro.
A migração é feita agência por agência.
O serviço bancário pela internet ainda não tem uma data para mudar. “Queremos fazer tudo com muito cuidado para o cliente ter o mínimo de transtorno possível”.
Segundo maior banco brasileiro, o Itaú Unibanco conseguiu manter o lucro em 2010, apesar de um resultado considerado fraco no crédito, principal negócio bancário - a carteira de empréstimos cresceu só 2,4%.
O banco encerrou 2009 com lucro líquido de R$ 10,067 bilhões, resultado praticamente estável em relação aos R$ 10,004 bilhões do ano anterior.
Assumidamente conservador, o Itaú Unibanco constituiu reservas para lidar com a inadimplência da clientela da ordem de R$ 24 bilhões.
Em 2009, as despesas para a formação dessas provisões saltaram 45,3% de R$ 11,286 bilhões para R$ 16,399 bilhões.
Com a redução na inadimplência de 5,9% para 5,6%, do terceiro para o quarto trimestre, o banco diminuiu essas despesas em R$ 652 milhões.
O resultado foi um lucro maior, de R$ 3,213 bilhões no quarto trimestre, 41% superior ao do trimestre anterior.
Fonte: Folhapress - 10/02/10
Com a mudança, os antigos clientes do Unibanco terão de trocar os números de agência e de conta.
Segundo Silvio de Carvalho, diretor financeiro do banco, o processo será acelerado agora em março.
O trabalho de conversão fase mais delicada da fusão - deverá ser concluído até dezembro.
A migração é feita agência por agência.
O serviço bancário pela internet ainda não tem uma data para mudar. “Queremos fazer tudo com muito cuidado para o cliente ter o mínimo de transtorno possível”.
Segundo maior banco brasileiro, o Itaú Unibanco conseguiu manter o lucro em 2010, apesar de um resultado considerado fraco no crédito, principal negócio bancário - a carteira de empréstimos cresceu só 2,4%.
O banco encerrou 2009 com lucro líquido de R$ 10,067 bilhões, resultado praticamente estável em relação aos R$ 10,004 bilhões do ano anterior.
Assumidamente conservador, o Itaú Unibanco constituiu reservas para lidar com a inadimplência da clientela da ordem de R$ 24 bilhões.
Em 2009, as despesas para a formação dessas provisões saltaram 45,3% de R$ 11,286 bilhões para R$ 16,399 bilhões.
Com a redução na inadimplência de 5,9% para 5,6%, do terceiro para o quarto trimestre, o banco diminuiu essas despesas em R$ 652 milhões.
O resultado foi um lucro maior, de R$ 3,213 bilhões no quarto trimestre, 41% superior ao do trimestre anterior.
Fonte: Folhapress - 10/02/10
ASSAí -Recife vai receber duas lojas
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LUCIANA MOROSINI
O Grupo Pão de Açúcar inaugura hoje a primeira loja do Assaí no Estado, que ficará em Caruaru. Mas a expectativa é expandir o negócio em Pernambuco e outras duas lojas da rede de atacarejo já estão previstas para serem abertas ainda neste ano na capital pernambucana. Os terrenos já estão sendo estudados e existe a perspectiva de uma unidade ficar sediada onde hoje é o depósito do Pão de Açúcar, na Imbiribeira.
“Estamos estudando a desmobilização do depósito, mas também estamos analisando outras áreas, como terrenos em Jaboatão dos Guararapes, Imbiribeira, Olinda e Afogados”, disse o diretor Geral do Assaí, Maurício Cerutti.
O investimento na unidade de Caruaru, que tem 2,7 mil metros quadrados de área de vendas, foi de R$ 8 milhões, valor abaixo da média, já que a loja aproveitou a estrutura de um Comprebem que funcionava no local. Lá, foram gerados 370 empregos, sendo 200 diretos. “Começamos por lá por questão de oportunidade porque estávamos estudando uma nova proposta e já tínhamos a estrutura física”, afirmou Cerutti.
Já as duas lojas do Assaí a serem abertas no Recife terão investimento maior, de R$ 12 milhões em cada, e área de vendas próxima de quatro mil metros quadrados. Além disso, cada unidade vai gerar cerca de 400 postos de trabalho.
O Grupo Pão de Açúcar aposta no mercado de atacarejo pelo crescimento das vendas acima de dois dígitos e espera conquistar o consumidor pernambucano com diferenciais do Assaí. “Não cobramos anuidade, nem exigimos cartão. Qualquer pessoa pode comprar lá. E os preços são bons para atacado, mas também para varejo, com valores até 15% mais baratos que o varejo tradicional”, disse o diretor Geral.
Fonte: Folha PE - 10/02/10
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LUCIANA MOROSINI
O Grupo Pão de Açúcar inaugura hoje a primeira loja do Assaí no Estado, que ficará em Caruaru. Mas a expectativa é expandir o negócio em Pernambuco e outras duas lojas da rede de atacarejo já estão previstas para serem abertas ainda neste ano na capital pernambucana. Os terrenos já estão sendo estudados e existe a perspectiva de uma unidade ficar sediada onde hoje é o depósito do Pão de Açúcar, na Imbiribeira.
“Estamos estudando a desmobilização do depósito, mas também estamos analisando outras áreas, como terrenos em Jaboatão dos Guararapes, Imbiribeira, Olinda e Afogados”, disse o diretor Geral do Assaí, Maurício Cerutti.
O investimento na unidade de Caruaru, que tem 2,7 mil metros quadrados de área de vendas, foi de R$ 8 milhões, valor abaixo da média, já que a loja aproveitou a estrutura de um Comprebem que funcionava no local. Lá, foram gerados 370 empregos, sendo 200 diretos. “Começamos por lá por questão de oportunidade porque estávamos estudando uma nova proposta e já tínhamos a estrutura física”, afirmou Cerutti.
Já as duas lojas do Assaí a serem abertas no Recife terão investimento maior, de R$ 12 milhões em cada, e área de vendas próxima de quatro mil metros quadrados. Além disso, cada unidade vai gerar cerca de 400 postos de trabalho.
O Grupo Pão de Açúcar aposta no mercado de atacarejo pelo crescimento das vendas acima de dois dígitos e espera conquistar o consumidor pernambucano com diferenciais do Assaí. “Não cobramos anuidade, nem exigimos cartão. Qualquer pessoa pode comprar lá. E os preços são bons para atacado, mas também para varejo, com valores até 15% mais baratos que o varejo tradicional”, disse o diretor Geral.
Fonte: Folha PE - 10/02/10
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Modelo brasileiro de formação de cooperativas de catadores de lixo é referência mundial
Rio de Janeiro - O modelo brasileiro para a formação de cooperativas de catadores de lixo e seleção de materiais recicláveis ultrapassou as fronteiras do Brasil. Além de ser adotado por países da América Latina, ele já chegou à Ásia e Leste Europeu, passando a ser uma referência internacional.
Criado pela organização Compromisso Empresarial para a Reciclagem (Cempre), fundada em 1992, o projeto já chegou a Tailândia, na Ásia. Neste ano, outros dois países asiáticos – Filipinas e Indonésia – devem implantá-lo. A Índia estuda a possibilidade fazer o mesmo, aproveitando a sua rede de organizações de catadores.
Na América Latina, onde já foi implantado pela Colômbia, o projeto deve começar a ser desenvolvido pelo Peru. No Leste Europeu, a Rússia adota o sistema brasileiro. Na Ásia, a China já vem usando-o.
O diretor executivo do Cempre Brasil, André Vilhena, disse que o modelo se ajusta bem a países em desenvolvimento, no quais há a necessidade de criação de postos de trabalho para uma parte da população que tem dificuldade de se empregar. Nesse caso, a coleta seletiva aparece como uma oportunidade, afirmou.
Vilhena destacou que o modelo de reciclagem do Cempre passou a ser referência internacional, por se tratar de um projeto que dá enorme contribuição à inclusão social. “Por isso, os países em desenvolvimento têm se inspirado nesse sistema, porque, em geral, têm desigualdade social em grande escala.
Há necessidade urgente de criação de emprego e renda para a população e a coleta seletiva aparece como oportunidade, principalmente para a camada da população que tem baixa qualificação e, portanto, dificuldade de inserção no mercado tradicional de trabalho”.
O Cempre já apoiou no Brasil mais de 450 cooperativas de catadores, que somam cerca de 25 mil cooperados. Atualmente, a ONG apoia de forma direta 50 cooperativas com capacitação e doação de máquinas
e equipamentos. O modelo de reciclagem do Cempre foi o tema do segundo encontro da Aliança Global para Reciclagem e Desenvolvimento Sustentável (Garsd, na sigla em inglês), em novembro de 2009, na Tailândia.
A próxima reunião do Garsd está prevista para 2011, na Colômbia.
Fonte: Da Agência Brasil - 09/02/10
Criado pela organização Compromisso Empresarial para a Reciclagem (Cempre), fundada em 1992, o projeto já chegou a Tailândia, na Ásia. Neste ano, outros dois países asiáticos – Filipinas e Indonésia – devem implantá-lo. A Índia estuda a possibilidade fazer o mesmo, aproveitando a sua rede de organizações de catadores.
Na América Latina, onde já foi implantado pela Colômbia, o projeto deve começar a ser desenvolvido pelo Peru. No Leste Europeu, a Rússia adota o sistema brasileiro. Na Ásia, a China já vem usando-o.
O diretor executivo do Cempre Brasil, André Vilhena, disse que o modelo se ajusta bem a países em desenvolvimento, no quais há a necessidade de criação de postos de trabalho para uma parte da população que tem dificuldade de se empregar. Nesse caso, a coleta seletiva aparece como uma oportunidade, afirmou.
Vilhena destacou que o modelo de reciclagem do Cempre passou a ser referência internacional, por se tratar de um projeto que dá enorme contribuição à inclusão social. “Por isso, os países em desenvolvimento têm se inspirado nesse sistema, porque, em geral, têm desigualdade social em grande escala.
Há necessidade urgente de criação de emprego e renda para a população e a coleta seletiva aparece como oportunidade, principalmente para a camada da população que tem baixa qualificação e, portanto, dificuldade de inserção no mercado tradicional de trabalho”.
O Cempre já apoiou no Brasil mais de 450 cooperativas de catadores, que somam cerca de 25 mil cooperados. Atualmente, a ONG apoia de forma direta 50 cooperativas com capacitação e doação de máquinas
e equipamentos. O modelo de reciclagem do Cempre foi o tema do segundo encontro da Aliança Global para Reciclagem e Desenvolvimento Sustentável (Garsd, na sigla em inglês), em novembro de 2009, na Tailândia.
A próxima reunião do Garsd está prevista para 2011, na Colômbia.
Fonte: Da Agência Brasil - 09/02/10
Pernambuco tenta reduzir violência urbana para a Copa 2014
Para a Fifa, entretanto, rede hoteleira é a principal fragilidade de Recife para a Copa
A Região Metropolitana do Recife ocupa uma posição de destaque entre as capitais com maior índice de violência no país. De acordo com a Secretaria de Defesa Social de Pernambuco (SDS), foram registrados 4.015 casos de homicídios no estado em 2009.
O site “PEBodyCount”, que faz a contagem diária dos assassinatos ocorridos em Pernambuco, já registrou 392 homicídios somente neste início de ano.
Mesmo com números elevados de violência, o coordenador do Comitê de Pernambuco para a Copa 2014, Ricardo Leitão, afirma que esta não é a principal dificuldade do estado apontada pela Fifa.
“Surpreendentemente, a segurança não foi o maior problema na avaliação da Federação Internacional. O nosso ponto mais frágil é a rede hoteleira”, garante.
Segundo Leitão, o planejamento de segurança para a Copa 2014 ainda não foi definido pelo governo federal.
Pernambuco, portanto, não possui um programa específico para reduzir a violência urbana até 2014, já que as ações focadas no Mundial são feitas de maneira integrada entre os governos federal, estadual e municipal.
No caso de Pernambuco, as prefeituras de Recife e São Lourenço da Mata, cidade que vai abrigar a Arena Capibaribe, onde serão realizados os jogos do Mundial, irão participar das ações.
Pacto Pela Vida
Enquanto aguarda a orientação do governo federal para atuar na segurança da Copa 2014, Pernambuco investe em infraestrutura a fim de reduzir os casos de violência urbana.
“O governo do estado contratou 2.000 policiais militares, 1.500 policiais civis, criou um departamento de homicídios e de combate aos narcóticos e fez investimentos na área de inteligência científica”, diz Leitão.
Estas ações fazem parte do Pacto Pela Vida, uma política pública de segurança com projetos de prevenção e controle da criminalidade.
Desde a implantação do programa em maio de 2007, o governo de Pernambuco estabeleceu como meta uma redução anual de 12% nos crimes violentos letais intencionais (CVLI).
Em 2008, porém, a meta não foi alcançada. A redução da taxa de homicídios ficou 2,8%.
Já em 2009 houve queda de 12,2% dos assassinatos, com 508 ocorrências a menos que no ano anterior.
Para o prefeito de São Lourenço da Mata, Ettore Labanca, a atual gestão estadual sempre esteve preocupada em reverter o quadro de violência.
“Estamos acompanhando uma constante redução no número de homicídios com o Pacto pela Vida. A Secretaria de Defesa Social vem atingindo suas metas, e atuando de forma incisiva nos focos de violência”, diz.
Pioneiro na criação do Juizado Especial Cível e Criminal do Torcedor (Jetep) serviço itinerante do Tribunal de Justiça de Pernambuco que atua durante as partidas de futebol , Pernambuco contará com o apoio do órgão no combate à violência dentro e fora dos estádios.
Visando à redução da violência durante os jogos da Copa 2014, o Juizado pretende firmar um convênio com a polícia inglesa para trocar experiências sobre segurança nos estádios e realizar um trabalho preventivo entre a população.
Fonte: Portal da Copa 2014 - 09/02/10
A Região Metropolitana do Recife ocupa uma posição de destaque entre as capitais com maior índice de violência no país. De acordo com a Secretaria de Defesa Social de Pernambuco (SDS), foram registrados 4.015 casos de homicídios no estado em 2009.
O site “PEBodyCount”, que faz a contagem diária dos assassinatos ocorridos em Pernambuco, já registrou 392 homicídios somente neste início de ano.
Mesmo com números elevados de violência, o coordenador do Comitê de Pernambuco para a Copa 2014, Ricardo Leitão, afirma que esta não é a principal dificuldade do estado apontada pela Fifa.
“Surpreendentemente, a segurança não foi o maior problema na avaliação da Federação Internacional. O nosso ponto mais frágil é a rede hoteleira”, garante.
Segundo Leitão, o planejamento de segurança para a Copa 2014 ainda não foi definido pelo governo federal.
Pernambuco, portanto, não possui um programa específico para reduzir a violência urbana até 2014, já que as ações focadas no Mundial são feitas de maneira integrada entre os governos federal, estadual e municipal.
No caso de Pernambuco, as prefeituras de Recife e São Lourenço da Mata, cidade que vai abrigar a Arena Capibaribe, onde serão realizados os jogos do Mundial, irão participar das ações.
Pacto Pela Vida
Enquanto aguarda a orientação do governo federal para atuar na segurança da Copa 2014, Pernambuco investe em infraestrutura a fim de reduzir os casos de violência urbana.
“O governo do estado contratou 2.000 policiais militares, 1.500 policiais civis, criou um departamento de homicídios e de combate aos narcóticos e fez investimentos na área de inteligência científica”, diz Leitão.
Estas ações fazem parte do Pacto Pela Vida, uma política pública de segurança com projetos de prevenção e controle da criminalidade.
Desde a implantação do programa em maio de 2007, o governo de Pernambuco estabeleceu como meta uma redução anual de 12% nos crimes violentos letais intencionais (CVLI).
Em 2008, porém, a meta não foi alcançada. A redução da taxa de homicídios ficou 2,8%.
Já em 2009 houve queda de 12,2% dos assassinatos, com 508 ocorrências a menos que no ano anterior.
Para o prefeito de São Lourenço da Mata, Ettore Labanca, a atual gestão estadual sempre esteve preocupada em reverter o quadro de violência.
“Estamos acompanhando uma constante redução no número de homicídios com o Pacto pela Vida. A Secretaria de Defesa Social vem atingindo suas metas, e atuando de forma incisiva nos focos de violência”, diz.
Pioneiro na criação do Juizado Especial Cível e Criminal do Torcedor (Jetep) serviço itinerante do Tribunal de Justiça de Pernambuco que atua durante as partidas de futebol , Pernambuco contará com o apoio do órgão no combate à violência dentro e fora dos estádios.
Visando à redução da violência durante os jogos da Copa 2014, o Juizado pretende firmar um convênio com a polícia inglesa para trocar experiências sobre segurança nos estádios e realizar um trabalho preventivo entre a população.
Fonte: Portal da Copa 2014 - 09/02/10
Concessão do Aeroporto de Bauru será feita por meio de PPP
A concessão do Aeroporto Moussa Tobias, localizado na divisa entre Bauru e Arealva, depende apenas da liberação pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).
Assim que o fato ocorrer, o Departamento Aeroviário do Estado de São Paulo (Daesp) dará início à licitação para a parceria público-privada (PPP) nos 31 aeroportos paulistas.
Foi o que garantiu ontem o governador José Serra (PSDB), durante visita a Bauru.
“O problema é que nós estamos preparando o modelo de concessão, mas preciso de autorização federal, que até hoje não aconteceu.
Do nosso lado, está tudo certo”, afirma.
“Aliás, para o Aeroporto de Bauru nós compramos os equipamentos no valor de R$ 800 mil para segurança dos voos”, continua.
A expectativa é que a concessão seja feita antes mesmo das eleições.
A Anac analisa a concessão dos aeroportos paulistas desde o ano passado e ainda não divulgou o resultado.
A medida é uma solicitação tanto do Daesp quanto do Ministério da Defesa.
O pedido do governo do Estado, feito em fevereiro de 2009, sobre a viabilidade da privatização dos 31 aeroportos paulistas foi inserido pela Anac no estudo do Plano de Concessão Nacional de Aeroportos, do qual fazem parte cerca de 700 empreendimentos por todo País.
A implantação deste modelo será posteriormente analisada pelo Palácio do Planalto.
O estudo para o desenvolvimento do protótipo foi solicitado pelo Ministério da Defesa e está sendo realizado desde outubro de 2008.
Desde então, técnicos da Anac já visitaram países para conhecer alguns modelos que podem ser adotados no Brasil.
Se o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aprovar o modelo criado pela agência de aviação, os aeroportos públicos terão o mesmo padrão de concessão, inclusive o Moussa Tobias.
Além do governo federal, a administração de Serra também é favorável à privatização dos aeroportos paulistas.
No início do ano passado, o secretário estadual dos Transportes, Mauro Arce, chegou a confirmar a intenção do governo em dividir os aeroportos em cinco lotes e ofertá-los à iniciativa privada.
O governador José Serra afirmou que assim que a União liberar o processo, o Estado abre a concorrência.
Um grupo que já atua em transporte aéreo de cargas em Ribeirão Preto (SP) está interessado no equipamento de Bauru.
Segundo Serra, se o aval vier a tempo, a concessão será aberta ainda neste ano, caso a situação não atinja o período de restrições imposto pela lei eleitoral.
Cargas
O Aeroporto Moussa Tobias local tem infraestrutura para a construção de um Terminal de Cargas (Teca), hangares de todos os tipos e áreas para futuras ampliações de todos os terminais, estacionamentos, outras instalações operacionais e ainda espaço para a construção de mais uma pista.
O empreendimento está localizado no quilômetro 7 da Bauru-Iacanga e fica a uma distância de 18 quilômetros do Centro de Bauru.
Os equipamentos de auxílio à navegação aérea por instrumentos já estão instalados. A Betel Serviços Auxiliares de Transportes Aéreos Ltda - ME, de São José do Rio Preto (SP), foi a vencedora do pregão presencial para operar os equipamentos de auxílio à navegação aérea (operação por instrumentos) do Moussa Tobias.
O contrato, no valor de R$ 734,8 mil, terá duração de 15 meses.
Os técnicos já trabalham no local, entretanto, de acordo com informações da assessoria, a Secretaria Estadual dos Transportes aguarda a homologação das frequências dos rádios pela Anatel e posterior inspeção do Cindacta 2 para homologação final dos equipamentos e o aeroporto, finalmente, poder operar por instrumentos.
Fonte: Jornal da Cidade de Bauru - 09/02/10
Assim que o fato ocorrer, o Departamento Aeroviário do Estado de São Paulo (Daesp) dará início à licitação para a parceria público-privada (PPP) nos 31 aeroportos paulistas.
Foi o que garantiu ontem o governador José Serra (PSDB), durante visita a Bauru.
“O problema é que nós estamos preparando o modelo de concessão, mas preciso de autorização federal, que até hoje não aconteceu.
Do nosso lado, está tudo certo”, afirma.
“Aliás, para o Aeroporto de Bauru nós compramos os equipamentos no valor de R$ 800 mil para segurança dos voos”, continua.
A expectativa é que a concessão seja feita antes mesmo das eleições.
A Anac analisa a concessão dos aeroportos paulistas desde o ano passado e ainda não divulgou o resultado.
A medida é uma solicitação tanto do Daesp quanto do Ministério da Defesa.
O pedido do governo do Estado, feito em fevereiro de 2009, sobre a viabilidade da privatização dos 31 aeroportos paulistas foi inserido pela Anac no estudo do Plano de Concessão Nacional de Aeroportos, do qual fazem parte cerca de 700 empreendimentos por todo País.
A implantação deste modelo será posteriormente analisada pelo Palácio do Planalto.
O estudo para o desenvolvimento do protótipo foi solicitado pelo Ministério da Defesa e está sendo realizado desde outubro de 2008.
Desde então, técnicos da Anac já visitaram países para conhecer alguns modelos que podem ser adotados no Brasil.
Se o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aprovar o modelo criado pela agência de aviação, os aeroportos públicos terão o mesmo padrão de concessão, inclusive o Moussa Tobias.
Além do governo federal, a administração de Serra também é favorável à privatização dos aeroportos paulistas.
No início do ano passado, o secretário estadual dos Transportes, Mauro Arce, chegou a confirmar a intenção do governo em dividir os aeroportos em cinco lotes e ofertá-los à iniciativa privada.
O governador José Serra afirmou que assim que a União liberar o processo, o Estado abre a concorrência.
Um grupo que já atua em transporte aéreo de cargas em Ribeirão Preto (SP) está interessado no equipamento de Bauru.
Segundo Serra, se o aval vier a tempo, a concessão será aberta ainda neste ano, caso a situação não atinja o período de restrições imposto pela lei eleitoral.
Cargas
O Aeroporto Moussa Tobias local tem infraestrutura para a construção de um Terminal de Cargas (Teca), hangares de todos os tipos e áreas para futuras ampliações de todos os terminais, estacionamentos, outras instalações operacionais e ainda espaço para a construção de mais uma pista.
O empreendimento está localizado no quilômetro 7 da Bauru-Iacanga e fica a uma distância de 18 quilômetros do Centro de Bauru.
Os equipamentos de auxílio à navegação aérea por instrumentos já estão instalados. A Betel Serviços Auxiliares de Transportes Aéreos Ltda - ME, de São José do Rio Preto (SP), foi a vencedora do pregão presencial para operar os equipamentos de auxílio à navegação aérea (operação por instrumentos) do Moussa Tobias.
O contrato, no valor de R$ 734,8 mil, terá duração de 15 meses.
Os técnicos já trabalham no local, entretanto, de acordo com informações da assessoria, a Secretaria Estadual dos Transportes aguarda a homologação das frequências dos rádios pela Anatel e posterior inspeção do Cindacta 2 para homologação final dos equipamentos e o aeroporto, finalmente, poder operar por instrumentos.
Fonte: Jornal da Cidade de Bauru - 09/02/10
CDL- Recife reforçará serviço de bloqueio de documentos durante o carnaval
Foi brincar o carnaval e acabou perdendo os documentos? Ou pior, não sabe onde foi parar seu talão de cheques e seus cartões de crédito?
Não entre em Pânico! Sabendo que, no período de festas o número de documentos perdidos cresce, já que a multidão e a distração dos foliões nas ruas facilitam a ação dos “batedores de carteiras”, A Câmara de Dirigentes Lojistas do Recife (CDL) preparou um serviço de Alerta 24 horas, através do qual é possível bloquear gratuitamente cheques e documentos extraviados através do site www.cdlrecife.com.br ou pelo telefone 0800-081-1422.
Os dados do bloqueio são lançados no Banco de Dados da CDL Nacional, o que permite aos lojistas de todo o Brasil ter acesso às informações ao fazer as consultas rotineiras, exigidas nas liberações de crédito.
O alerta de extravio de cheques e documentos fica disponível no Banco de Dados durante cinco dias. Para confirmar e manter o registro no sistema, o usuário deve apresentar cópia do Boletim de Ocorrência (BO) antes do vencimento do prazo.
O documento pode ser enviado por fax para o telefone 81 3418-1127, ou apresentado pessoalmente na CDL-Recife. Caso essa providência não seja tomada, o alerta será removido.
A CDL pede ainda que os foliões se preocupem em anotar a agência, conta e o número dos cheques antes de sair de casa, para facilitar o bloqueio.
Fonte: Da Redação Do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR - 09/02/10
Não entre em Pânico! Sabendo que, no período de festas o número de documentos perdidos cresce, já que a multidão e a distração dos foliões nas ruas facilitam a ação dos “batedores de carteiras”, A Câmara de Dirigentes Lojistas do Recife (CDL) preparou um serviço de Alerta 24 horas, através do qual é possível bloquear gratuitamente cheques e documentos extraviados através do site www.cdlrecife.com.br ou pelo telefone 0800-081-1422.
Os dados do bloqueio são lançados no Banco de Dados da CDL Nacional, o que permite aos lojistas de todo o Brasil ter acesso às informações ao fazer as consultas rotineiras, exigidas nas liberações de crédito.
O alerta de extravio de cheques e documentos fica disponível no Banco de Dados durante cinco dias. Para confirmar e manter o registro no sistema, o usuário deve apresentar cópia do Boletim de Ocorrência (BO) antes do vencimento do prazo.
O documento pode ser enviado por fax para o telefone 81 3418-1127, ou apresentado pessoalmente na CDL-Recife. Caso essa providência não seja tomada, o alerta será removido.
A CDL pede ainda que os foliões se preocupem em anotar a agência, conta e o número dos cheques antes de sair de casa, para facilitar o bloqueio.
Fonte: Da Redação Do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR - 09/02/10
Brasil acelera investimentos na África, diz "Financial Times"
A mineradora Vale está disposta a começar as operações na África, mais um sinal do crescente interesse do Brasil nesse continente, informou nesta terça-feira o diário britânico "Financial Times" ("FT").
Impulsionada pela demanda brasileira de matéria-prima, o comércio com a África cresce a um ritmo acelerado: as exportações do Brasil passaram de US$ 3 bilhões em 2000 para US$ 18,5 bilhões em 2008.
Nigéria e Argélia, além de Angola, fornecem o petróleo necessário e os produtores agrícolas brasileiros entraram em mercados como o Egito, o que permitiu aumentar as exportações brasileiras à África de US$ 1 bilhão em 2000 para US$ 8 bilhões em 2008.
Em Moçambique, a Vale colabora com a construtora Odebrecht no desenvolvimento das reservas carboníferas de Moatize, na construção de uma central energética e de infraestruturas ferroviárias e portuárias para a exportação do mineral.
A Vale estima investimentos iniciais serão de US$ 1,3 bilhão, embora os analistas acreditem que os valores possam ser maiores.
As companhias Vale e Odebrecht não são as únicas operando em Moçambique, detalhou o jornal britânico.
Há dois meses a siderúrgica CSN comprou 16,3% da mineradora australiana Riversdale, na qual a indiana Tata Steel tem uma importante participação.
Riversdale projeta um grande aporte na região de Tete, no centro de Moçambique.
A Odebrecht é atualmente a maior empresa privada de Angola, atuando na produção de alimentos, etanol, industrial e varejo.
A estatal brasileira de petróleo, a Petrobras, também opera em Angola. Utiliza no país a sua experiência de prospecção de petróleo em águas profundas.
Segundo o "FT", os laços de idioma e cultura facilitaram as operações das empresas brasileiras nos países que língua portuguesa no continente africano.
Cerca de 1,4 milhão dos 3 milhões de escravos africanos enviados ao Brasil entre os anos de 1700 e 1850 partiram de Angola e na segunda década do século 19 inúmeros colonos da Angola, Moçambique e outras colônias portuguesas decidiram estabelecer-se no Brasil após a independência.
As últimas conquistas do Brasil na luta contra a pobreza atraíram o interesse dos governos moçambicano e angolano, que veem no Brasil "um modelo".
O "Financial Times" assinala a expansão das embaixadas do Brasil no continente africano e lembra que dezenas de dirigentes empresariais acompanharam o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em suas viagens à África.
Fonte: da Efe, em Londres - 09/02/10
Impulsionada pela demanda brasileira de matéria-prima, o comércio com a África cresce a um ritmo acelerado: as exportações do Brasil passaram de US$ 3 bilhões em 2000 para US$ 18,5 bilhões em 2008.
Nigéria e Argélia, além de Angola, fornecem o petróleo necessário e os produtores agrícolas brasileiros entraram em mercados como o Egito, o que permitiu aumentar as exportações brasileiras à África de US$ 1 bilhão em 2000 para US$ 8 bilhões em 2008.
Em Moçambique, a Vale colabora com a construtora Odebrecht no desenvolvimento das reservas carboníferas de Moatize, na construção de uma central energética e de infraestruturas ferroviárias e portuárias para a exportação do mineral.
A Vale estima investimentos iniciais serão de US$ 1,3 bilhão, embora os analistas acreditem que os valores possam ser maiores.
As companhias Vale e Odebrecht não são as únicas operando em Moçambique, detalhou o jornal britânico.
Há dois meses a siderúrgica CSN comprou 16,3% da mineradora australiana Riversdale, na qual a indiana Tata Steel tem uma importante participação.
Riversdale projeta um grande aporte na região de Tete, no centro de Moçambique.
A Odebrecht é atualmente a maior empresa privada de Angola, atuando na produção de alimentos, etanol, industrial e varejo.
A estatal brasileira de petróleo, a Petrobras, também opera em Angola. Utiliza no país a sua experiência de prospecção de petróleo em águas profundas.
Segundo o "FT", os laços de idioma e cultura facilitaram as operações das empresas brasileiras nos países que língua portuguesa no continente africano.
Cerca de 1,4 milhão dos 3 milhões de escravos africanos enviados ao Brasil entre os anos de 1700 e 1850 partiram de Angola e na segunda década do século 19 inúmeros colonos da Angola, Moçambique e outras colônias portuguesas decidiram estabelecer-se no Brasil após a independência.
As últimas conquistas do Brasil na luta contra a pobreza atraíram o interesse dos governos moçambicano e angolano, que veem no Brasil "um modelo".
O "Financial Times" assinala a expansão das embaixadas do Brasil no continente africano e lembra que dezenas de dirigentes empresariais acompanharam o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em suas viagens à África.
Fonte: da Efe, em Londres - 09/02/10
Comissão de Constituição e Justiça analisa 19 vetos do executivo
Desde a abertura dos trabalhos plenários no Poder Legislativo estadual, em 2 de fevereiro deste ano, até hoje (09.02), ao todo 19 vetos do Executivo chegaram ao parlamento.
Todos eles tramitam na Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR).
Entre os vetos, 14 são vetos totais e 5 parciais.
Destes últimos, 02 foram dados em matérias de autoria do próprio Executivo e 03 em matérias de autoria dos parlamentares. Os 14 vetos totais são todos em matérias de autoria dos deputados.
Entre as idéias vetadas integralmente pelo governo, está um projeto de autoria do deputado Antônio Brito (PMDB) - PL nº 545/08 - que proibia a cobrança de impostos -ICMS e IPVA- de templos de qualquer culto.
Também um projeto de José Riva (PP) que dispunha sobre o Programa Estadual de Parcerias Público-Privadas ( PPP) e um de autoria do deputado Sérgio Ricardo (PR) que criava o Programa de Incentivo à Piscicultura – Propeixe.
O governo vetou ainda, projeto de Nilson Santos (PMDB), que previa a divulgação do Programa de Vacinação de todas as vacinas disponíveis na rede pública de saúde.
Outro de Airton Português (PP) que criava o Programa de Estímulo à Cidadania Fiscal do Estado de Mato Grosso, e dá outras providências (cupom fiscal. E, o PL de José Riva (PP) que instituía a alíquota 0% (zero por cento) do ICMS, para instituições de ensino superior público em Mato Grosso, entre outros.
Esses e os demais vetos em tramitação na AL estão na CCJR. A comissão está sob a presidência do deputado Sebastião Rezende (PR) e, por força do regimento, deve sofrer alteração na composição dos seus membros nos próximos dias.
Fonte: O Documento - Cuiabá - 09/02/10
Todos eles tramitam na Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR).
Entre os vetos, 14 são vetos totais e 5 parciais.
Destes últimos, 02 foram dados em matérias de autoria do próprio Executivo e 03 em matérias de autoria dos parlamentares. Os 14 vetos totais são todos em matérias de autoria dos deputados.
Entre as idéias vetadas integralmente pelo governo, está um projeto de autoria do deputado Antônio Brito (PMDB) - PL nº 545/08 - que proibia a cobrança de impostos -ICMS e IPVA- de templos de qualquer culto.
Também um projeto de José Riva (PP) que dispunha sobre o Programa Estadual de Parcerias Público-Privadas ( PPP) e um de autoria do deputado Sérgio Ricardo (PR) que criava o Programa de Incentivo à Piscicultura – Propeixe.
O governo vetou ainda, projeto de Nilson Santos (PMDB), que previa a divulgação do Programa de Vacinação de todas as vacinas disponíveis na rede pública de saúde.
Outro de Airton Português (PP) que criava o Programa de Estímulo à Cidadania Fiscal do Estado de Mato Grosso, e dá outras providências (cupom fiscal. E, o PL de José Riva (PP) que instituía a alíquota 0% (zero por cento) do ICMS, para instituições de ensino superior público em Mato Grosso, entre outros.
Esses e os demais vetos em tramitação na AL estão na CCJR. A comissão está sob a presidência do deputado Sebastião Rezende (PR) e, por força do regimento, deve sofrer alteração na composição dos seus membros nos próximos dias.
Fonte: O Documento - Cuiabá - 09/02/10
Mulheres e gays são alvo da campanha. PE terá reforço no material
No ano passado, até o mês de junho, o Ministério da Saúde registrou, em todo o país, 13.661 casos de Aids. Os estados líderes do ranking — São Paulo, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Santa Catarina — tiveram, nos primeiros seis meses do ano, 8.208 casos notificados.
A maior parte deles, de acordo com o ministério, está entre os homens, sendo que a principal forma de transmissão é a heterossexual.
Porém, o que vem preocupando o órgão é a população jovem, na faixa etária de 13 a 24 anos.
Os últimos dados do boletim epidemiológico de 2009 mostram que houve um aumento no número de novos casos entre jovens homossexuais e mulheres.
Diante dessa realidade, este ano, a Campanha de Prevenção à Aids no Carnaval será voltada, especialmente, para esse público, com o tema Camisinha. Com amor, paixão ou só sexo mesmo. Use sempre.
“É claro que toda a população nos preocupa, mas esses dois públicos específicos têm chamado mais atenção e, por isso, nosso foco maior é neles. Vamos fazer uma campanha com três peças publicitárias que tratam do uso da camisinha.
Nessa primeira semana, uma voltada para os gays e outra para as meninas.
Após o carnaval, vamos focar na testagem, pois as pessoas precisam lembrar que se elas não usaram o preservativo, é necessário realizar o teste para conhecer o seu estado”, explica o diretor adjunto do Departamento de DST/Aids e hepatites virais do Ministério da Saúde, Eduardo Barbosa.
Ele destaca que quanto mais cedo conhecer o resultado, melhor, pois mantém a prevenção ou inicia o tratamento precoce. Para Barbosa, a população não deve nunca deixar de se preocupar com a Aids. “Nos últimos anos, a doença está estabilizada, mas em patamares altos.
São registrados em nosso sistema pelo menos 24 mil casos e 12 mil óbitos por ano”, completa.
A iniciativa da campanha é do Ministério da Saúde e da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres.
Para a ministra Nilcéia Freire, é importante passar essa mensagem de prevenção em um momento “onde há um clima maior de liberdade sexual”.
“O carnaval é uma festa onde tem toda uma mística de maior liberdade.
No ano passado, trabalhamos com as mulheres acima de 50 anos, e agora estamos focando nas meninas jovens e nos gays.
Entre as mulheres, nós queremos fazer com que, por meio dessa campanha, elas se sintam protagonistas das suas histórias.
As jovens precisam entender que não dependem dos homens para a definição de como o sexo será e devem exigir o uso do preservativo”, afirma.
Bahia, Pernambuco, Rio de Janeiro e São Paulo são os estados que mais receberam material da campanha.
O último lidera tanto o ranking de casos quanto o de óbitos por Aids.
No ano passado, foram notificados pelo menos 2.984 casos e em 2008 foram registradas 3.158 mortes.
“Nós tivemos um decréscimo no número de casos e na taxa de mortalidade, mas precisamos continuar investindo na prevenção, no controle e na assistência. O estado realiza, durante todo o ano, ações para combater a doença.
Para o carnaval, já começamos as atividades”, diz a coordenadora do Programa Estadual de DST e Aids de São Paulo, Maria Clara Gianna.
Fonte:Do Correiobraziliense.com.br - 09/02/10
A maior parte deles, de acordo com o ministério, está entre os homens, sendo que a principal forma de transmissão é a heterossexual.
Porém, o que vem preocupando o órgão é a população jovem, na faixa etária de 13 a 24 anos.
Os últimos dados do boletim epidemiológico de 2009 mostram que houve um aumento no número de novos casos entre jovens homossexuais e mulheres.
Diante dessa realidade, este ano, a Campanha de Prevenção à Aids no Carnaval será voltada, especialmente, para esse público, com o tema Camisinha. Com amor, paixão ou só sexo mesmo. Use sempre.
“É claro que toda a população nos preocupa, mas esses dois públicos específicos têm chamado mais atenção e, por isso, nosso foco maior é neles. Vamos fazer uma campanha com três peças publicitárias que tratam do uso da camisinha.
Nessa primeira semana, uma voltada para os gays e outra para as meninas.
Após o carnaval, vamos focar na testagem, pois as pessoas precisam lembrar que se elas não usaram o preservativo, é necessário realizar o teste para conhecer o seu estado”, explica o diretor adjunto do Departamento de DST/Aids e hepatites virais do Ministério da Saúde, Eduardo Barbosa.
Ele destaca que quanto mais cedo conhecer o resultado, melhor, pois mantém a prevenção ou inicia o tratamento precoce. Para Barbosa, a população não deve nunca deixar de se preocupar com a Aids. “Nos últimos anos, a doença está estabilizada, mas em patamares altos.
São registrados em nosso sistema pelo menos 24 mil casos e 12 mil óbitos por ano”, completa.
A iniciativa da campanha é do Ministério da Saúde e da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres.
Para a ministra Nilcéia Freire, é importante passar essa mensagem de prevenção em um momento “onde há um clima maior de liberdade sexual”.
“O carnaval é uma festa onde tem toda uma mística de maior liberdade.
No ano passado, trabalhamos com as mulheres acima de 50 anos, e agora estamos focando nas meninas jovens e nos gays.
Entre as mulheres, nós queremos fazer com que, por meio dessa campanha, elas se sintam protagonistas das suas histórias.
As jovens precisam entender que não dependem dos homens para a definição de como o sexo será e devem exigir o uso do preservativo”, afirma.
Bahia, Pernambuco, Rio de Janeiro e São Paulo são os estados que mais receberam material da campanha.
O último lidera tanto o ranking de casos quanto o de óbitos por Aids.
No ano passado, foram notificados pelo menos 2.984 casos e em 2008 foram registradas 3.158 mortes.
“Nós tivemos um decréscimo no número de casos e na taxa de mortalidade, mas precisamos continuar investindo na prevenção, no controle e na assistência. O estado realiza, durante todo o ano, ações para combater a doença.
Para o carnaval, já começamos as atividades”, diz a coordenadora do Programa Estadual de DST e Aids de São Paulo, Maria Clara Gianna.
Fonte:Do Correiobraziliense.com.br - 09/02/10
Correios vão virar S.A. e abrir agências no exterior
O governo quer dobrar o faturamento dos Correios e chegar a R$ 25 bilhões de receita anual no prazo de um ano e meio. A meta faz parte do projeto de modernização da estatal, que será posto em prática por meio de uma medida provisória (MP).
A minuta da MP foi apresentada ontem pelo ministro das Comunicações, Hélio Costa, ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e deverá ser encaminhada ao Congresso após o carnaval.
O projeto de modernização da estatal, que passará a se chamar Correios do Brasil S.A., se dará em três frentes: com a criação de novos serviços, atuação no exterior e implantação de uma governança corporativa, transformando os Correios, que hoje são uma empresa pública de direito privado, em uma sociedade anônima de capital fechado.
O ministro Hélio Costa garantiu, no entanto, que está descartada a possibilidade de abrir o capital da empresa.
A ideia é dar aos Correios uma nova estrutura de logística, com a criação do Correio Híbrido, mecanismo que permite o envio eletrônico de correspondência, como um boleto bancário, que é impresso em um centro de distribuição da estatal mais próximo do destinatário.
O envio por meio eletrônico substitui o transporte aéreo e grande parte do transporte terrestre, reduzindo custos.
A proposta também prevê o fortalecimento do Banco Postal, hoje operado em parceria com o Bradesco.
Segundo o ministro, o contrato do Banco Postal com o Bradesco vence no ano que vem, quando será feita nova licitação.
Ele avalia, no entanto, que pela expertise já adquirida pelo Bradesco, "são fortes as chances de ele continuar parceiro dos Correios no Banco Postal".
Costa negou a intenção de eliminar a parceria com o setor privado nesse projeto.
O ministro relatou que, depois de dois anos de trabalho, foi possível chegar a um consenso com os Ministérios da Fazenda e do Planejamento.
"Precisamos modernizar os Correios para que possa competir em um mercado cada vez mais disputado e sobreviver à nova era da informática", afirmou o ministro, acrescentando que um dos objetivos da proposta é permitir que os Correios possam usar a sua infraestrutura para comercializar novos serviços, como, por exemplo, vender seguro e chips de telefone celular.
Apesar de este ser um ano eleitoral, Costa disse acreditar que a MP será votada no Congresso. Segundo ele, há disposição por parte dos parlamentares de modernizar a empresa e a proposta do governo está em consenso com algumas iniciativas que já tramitam na Câmara e no Senado.
Segundo ele, essas mudanças são necessárias porque a empresa está perdendo 400 milhões de correspondências por ano. Em cinco anos, os Correios perderam um bilhão de correspondências. "Temos de modernizar a empresa, recuperar clientes, aumentar a receita, senão estaremos fadados, em dois anos, a ser uma carga pesada para o governo.
"A abertura de agências no exterior, segundo Costa, vai permitir que os Correios façam remessas para o Brasil, principalmente de países como Estados Unidos, Japão, Portugal e Espanha.
A estimativa é que os brasileiros que moram no exterior enviem US$ 6 bilhões por ano ao Brasil. "Não pretendemos ser um banco", disse Costa.
O ministro citou também que o novo formato jurídico dos Correios permitirá uma nova negociação com empresas aéreas para entrega de correspondências, o que permitirá que se amplie o prazo dos contratos, reduzindo os custos.
Fonte: Agência Estado - 09/02/10
A minuta da MP foi apresentada ontem pelo ministro das Comunicações, Hélio Costa, ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e deverá ser encaminhada ao Congresso após o carnaval.
O projeto de modernização da estatal, que passará a se chamar Correios do Brasil S.A., se dará em três frentes: com a criação de novos serviços, atuação no exterior e implantação de uma governança corporativa, transformando os Correios, que hoje são uma empresa pública de direito privado, em uma sociedade anônima de capital fechado.
O ministro Hélio Costa garantiu, no entanto, que está descartada a possibilidade de abrir o capital da empresa.
A ideia é dar aos Correios uma nova estrutura de logística, com a criação do Correio Híbrido, mecanismo que permite o envio eletrônico de correspondência, como um boleto bancário, que é impresso em um centro de distribuição da estatal mais próximo do destinatário.
O envio por meio eletrônico substitui o transporte aéreo e grande parte do transporte terrestre, reduzindo custos.
A proposta também prevê o fortalecimento do Banco Postal, hoje operado em parceria com o Bradesco.
Segundo o ministro, o contrato do Banco Postal com o Bradesco vence no ano que vem, quando será feita nova licitação.
Ele avalia, no entanto, que pela expertise já adquirida pelo Bradesco, "são fortes as chances de ele continuar parceiro dos Correios no Banco Postal".
Costa negou a intenção de eliminar a parceria com o setor privado nesse projeto.
O ministro relatou que, depois de dois anos de trabalho, foi possível chegar a um consenso com os Ministérios da Fazenda e do Planejamento.
"Precisamos modernizar os Correios para que possa competir em um mercado cada vez mais disputado e sobreviver à nova era da informática", afirmou o ministro, acrescentando que um dos objetivos da proposta é permitir que os Correios possam usar a sua infraestrutura para comercializar novos serviços, como, por exemplo, vender seguro e chips de telefone celular.
Apesar de este ser um ano eleitoral, Costa disse acreditar que a MP será votada no Congresso. Segundo ele, há disposição por parte dos parlamentares de modernizar a empresa e a proposta do governo está em consenso com algumas iniciativas que já tramitam na Câmara e no Senado.
Segundo ele, essas mudanças são necessárias porque a empresa está perdendo 400 milhões de correspondências por ano. Em cinco anos, os Correios perderam um bilhão de correspondências. "Temos de modernizar a empresa, recuperar clientes, aumentar a receita, senão estaremos fadados, em dois anos, a ser uma carga pesada para o governo.
"A abertura de agências no exterior, segundo Costa, vai permitir que os Correios façam remessas para o Brasil, principalmente de países como Estados Unidos, Japão, Portugal e Espanha.
A estimativa é que os brasileiros que moram no exterior enviem US$ 6 bilhões por ano ao Brasil. "Não pretendemos ser um banco", disse Costa.
O ministro citou também que o novo formato jurídico dos Correios permitirá uma nova negociação com empresas aéreas para entrega de correspondências, o que permitirá que se amplie o prazo dos contratos, reduzindo os custos.
Fonte: Agência Estado - 09/02/10
Arena pode virar elefante branco no Recife
Sem acordo com clubes, governo estadual pode arcar com custos
A construção da arena multiuso de Recife que abrigará quatro jogos da Copa-2014 poderá ser bancada exclusivamente pelo governo de Pernambuco.
Apesar da licitação já aberta para Parceria Público Privada (PPP), a falta de acordo com os maiores clubes locais Náutico, Santa Cruz e Sport ameaça deixar os custos da obra com o estado.
Segundo o governo, a presença dos três gigantes é essencial para a realização da PPP.
O edital de licitação prevê como um dos critérios de escolha da proposta vencedora o de menor contraprestação pública.
Ou seja: aquela que exigir menos investimentos do estado para a sustentabilidade do estádio. Sem apoio de ao menos dois dos clubes, os custos para o poder público são considerados inviáveis.
A alternativa seria a construção da arena apenas com dinheiro do governo. O estado recorreria à linha de crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para bancar toda a obra.
O custo está estimado em cerca de R$ 470 milhões.
Se depender da atual posição dos clubes, o governo estadual terá de abrir os cofres.
A proposta inicial era de que Náutico, Santa e Sport disputassem de 20 a 30 partidas por ano na arena.
Em troca, receberiam uma compensação financeira, entre outras vantagens.
O Santa Cruz não pode aceitar a proposta inicial.
Formalizamos a recusa e não fomos procurados de volta afirmou o presidente coral, Fernando Bezerra Coelho.
A posição do Náutico é similar.
Temos interesse, mas precisamos saber mais sobre os benefícios que o Náutico terá disse o presidente do clube, Berillo Júnior
Fonte: LANCEPRESS! - 09/02/10
A construção da arena multiuso de Recife que abrigará quatro jogos da Copa-2014 poderá ser bancada exclusivamente pelo governo de Pernambuco.
Apesar da licitação já aberta para Parceria Público Privada (PPP), a falta de acordo com os maiores clubes locais Náutico, Santa Cruz e Sport ameaça deixar os custos da obra com o estado.
Segundo o governo, a presença dos três gigantes é essencial para a realização da PPP.
O edital de licitação prevê como um dos critérios de escolha da proposta vencedora o de menor contraprestação pública.
Ou seja: aquela que exigir menos investimentos do estado para a sustentabilidade do estádio. Sem apoio de ao menos dois dos clubes, os custos para o poder público são considerados inviáveis.
A alternativa seria a construção da arena apenas com dinheiro do governo. O estado recorreria à linha de crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para bancar toda a obra.
O custo está estimado em cerca de R$ 470 milhões.
Se depender da atual posição dos clubes, o governo estadual terá de abrir os cofres.
A proposta inicial era de que Náutico, Santa e Sport disputassem de 20 a 30 partidas por ano na arena.
Em troca, receberiam uma compensação financeira, entre outras vantagens.
O Santa Cruz não pode aceitar a proposta inicial.
Formalizamos a recusa e não fomos procurados de volta afirmou o presidente coral, Fernando Bezerra Coelho.
A posição do Náutico é similar.
Temos interesse, mas precisamos saber mais sobre os benefícios que o Náutico terá disse o presidente do clube, Berillo Júnior
Fonte: LANCEPRESS! - 09/02/10
Atraso nos hospitais empresa corta 23% à despesa com PPP da saúde em Portugal
Margarida Peixoto
Mais de um quarto dos funcionários da Saúde estão em hospitais empresa.
O atraso na contratação final de hospitais empresa fez descer os gastos com parcerias publico-privadas no âmbito da saúde em 23%. Em vez dos 235,5 milhões de euros inicialmente estimados pelo Governo, a proposta de Orçamento do Estado para este ano só contempla 180,6 milhões, esclareceu o Ministério das Finanças num documento enviado à Assembleia da República, a que o Diário Económico teve acesso.
O documento também esclarece que mais de um quarto (25,6%) dos funcionários do ministério da Saúde trabalha já em hospitais empresa, de acordo com dados de 30 de Setembro do ano passado.
Segundo os números do Governo, o peso dos funcionários públicos nestas condições tem vindo a aumentar, já que no final de 2008 representavam 21,5% do total de trabalhadores do ministério.
Fonte; Económico -PT - 09/02/10
Mais de um quarto dos funcionários da Saúde estão em hospitais empresa.
O atraso na contratação final de hospitais empresa fez descer os gastos com parcerias publico-privadas no âmbito da saúde em 23%. Em vez dos 235,5 milhões de euros inicialmente estimados pelo Governo, a proposta de Orçamento do Estado para este ano só contempla 180,6 milhões, esclareceu o Ministério das Finanças num documento enviado à Assembleia da República, a que o Diário Económico teve acesso.
O documento também esclarece que mais de um quarto (25,6%) dos funcionários do ministério da Saúde trabalha já em hospitais empresa, de acordo com dados de 30 de Setembro do ano passado.
Segundo os números do Governo, o peso dos funcionários públicos nestas condições tem vindo a aumentar, já que no final de 2008 representavam 21,5% do total de trabalhadores do ministério.
Fonte; Económico -PT - 09/02/10
Empreendedor já pode aderir ao novo sistema tributário
O primeiro dia de funcionamento do programa de formalização de empresas Empreendedor Individual (EI) transcorreu livre dos entraves técnicos que o deixaram fora do ar em Estados como Pernambuco.
O sistema foi lançado em julho passado, mas só essa segunda-feira (8) os microempresários informais com faturamento anual de até R$ 36 mil de qualquer local do País puderam entrar gratuitamente no mercado de trabalho legal.
Basta acessar o Portal do Empreendedor, onde são solicitadas informações como números do RG, CPF e CEP, nacionalidade, data de nascimento, ponto de referência do endereço e código da CNAE (Classificação Nacional de Atividade Econômica). O CNPJ sai na hora.
Conforme explica o presidente da Confederação das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Comicro), José Tarcísio da Silva, o principal atrativo do programa é o acesso à Previdência Social, através de uma contribuição mensal que não supera R$ 62,10.
“Nesse valor, já estão incluídos todos os impostos federais como PIS e Cofins, que são atualmente o grande terror das micros e pequenas empresas”.
Ele acrescenta que a formalização permite a participação dos empresários em licitações públicas e facilita o acesso ao crédito.
Durante os últimos sete meses, o EI funcionou precariamente em oito Estados brasileiros. Apenas 138 mil trabalhadores aderiram ao programa, cuja meta é formalizar pelo menos 1 milhão de pessoas até o final do ano, segundo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC).
“O maior número de adeptos virá agora, já que a quantidade de campos a serem preenchidos pelos informais no portal caiu de 46 para 15. Está muito menos burocrático”, avalia.
No Brasil, há cerca de 11 milhões de informais, dos quais 667 mil estão em Pernambuco. Até o final do ano, a expectativa do Sebrae é que a adesão ao EI atinja 55 mil trabalhadores no Estado.
Quem optar por ser Empreendedor Individual fará o recolhimento dos impostos e contribuições em valores fixos mensais, independentemente da receita bruta mensal.
Os valores serão: R$ 56,10, referente à contribuição para a Previdência Social, R$ 1 (referente ao ICMS, caso seja do setor de comércio ou indústria), R$ 5 (referente ao ISS, se for do ramo de serviços).
O valor referente à contribuição para a Previdência Social será reajustado anualmente, sempre correspondendo a 11% do mínimo.
Se o empreendedor empregar uma pessoa, pagará mais R$ 15,30, que equivale atualmente a 3% do salário mínimo.
Contribuindo com os valores acima, o empresário está habilitado a se aposentar por tempo de serviço (a partir de 15 anos), ter acesso a licença-maternidade e auxílio-doença.
Fonte:Do Jornal do Commercio - 09/02/10
O sistema foi lançado em julho passado, mas só essa segunda-feira (8) os microempresários informais com faturamento anual de até R$ 36 mil de qualquer local do País puderam entrar gratuitamente no mercado de trabalho legal.
Basta acessar o Portal do Empreendedor, onde são solicitadas informações como números do RG, CPF e CEP, nacionalidade, data de nascimento, ponto de referência do endereço e código da CNAE (Classificação Nacional de Atividade Econômica). O CNPJ sai na hora.
Conforme explica o presidente da Confederação das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Comicro), José Tarcísio da Silva, o principal atrativo do programa é o acesso à Previdência Social, através de uma contribuição mensal que não supera R$ 62,10.
“Nesse valor, já estão incluídos todos os impostos federais como PIS e Cofins, que são atualmente o grande terror das micros e pequenas empresas”.
Ele acrescenta que a formalização permite a participação dos empresários em licitações públicas e facilita o acesso ao crédito.
Durante os últimos sete meses, o EI funcionou precariamente em oito Estados brasileiros. Apenas 138 mil trabalhadores aderiram ao programa, cuja meta é formalizar pelo menos 1 milhão de pessoas até o final do ano, segundo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC).
“O maior número de adeptos virá agora, já que a quantidade de campos a serem preenchidos pelos informais no portal caiu de 46 para 15. Está muito menos burocrático”, avalia.
No Brasil, há cerca de 11 milhões de informais, dos quais 667 mil estão em Pernambuco. Até o final do ano, a expectativa do Sebrae é que a adesão ao EI atinja 55 mil trabalhadores no Estado.
Quem optar por ser Empreendedor Individual fará o recolhimento dos impostos e contribuições em valores fixos mensais, independentemente da receita bruta mensal.
Os valores serão: R$ 56,10, referente à contribuição para a Previdência Social, R$ 1 (referente ao ICMS, caso seja do setor de comércio ou indústria), R$ 5 (referente ao ISS, se for do ramo de serviços).
O valor referente à contribuição para a Previdência Social será reajustado anualmente, sempre correspondendo a 11% do mínimo.
Se o empreendedor empregar uma pessoa, pagará mais R$ 15,30, que equivale atualmente a 3% do salário mínimo.
Contribuindo com os valores acima, o empresário está habilitado a se aposentar por tempo de serviço (a partir de 15 anos), ter acesso a licença-maternidade e auxílio-doença.
Fonte:Do Jornal do Commercio - 09/02/10
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