sábado, 12 de março de 2016

Até onde vai a nossa incivilidade ao volante?

Incivilidade

JC Trânsito

A foto acima, retirada das redes sociais e compartilhada mais de 500 vezes, dispensa qualquer texto. Mas a visão do absurdo nos impede de silenciar. Até onde vai a nossa incivilidade ao volante, no trânsito? Não a do outro, fácil de apontar. Mas a nossa, a que muitos de nós praticamos sob o pretexto de que “é rapidinho, um minutinho só, ninguém vai nem perceber”?
O abuso do condutor do utilitário esportivo reflete esse sentimento que predomina no trânsito mundial, especialmente no brasileiro: é um problema do outro, não meu. Só o outro comete, eu não. O condutor que  estacionou em baixo da parada de ônibus  – se é que poderíamos chamar aquilo de estação de embarque e desembarque de passageiros – ignorou todos os princípios da civilidade ao volante, do conviver em sociedade, do respeito ao limite que precisamos ter na vida.
Ao parar o veículo sob a parada – mesmo que por um ‘minutinho’ – fez pouco caso dos passageiros de ônibus e dos pedestres. O mais revoltante é que o flagrante foi feito em frente a uma escola particular em Setúbal, localizada na Avenida Visconde de Jequitinhonha. Provavelmente, algum pai ou mãe que foi buscar o filho. Mas qual o exemplo que um condutor desses pode dar a alguém? … Nenhum.
Em homenagem a esse motorista, o De Olho no Trânsito publica mais uma vez o vídeo do Pateta ao volante, um clássico quando o assunto é falta da cidadania ao volante. Esperamos que o motorista do utilitário chegue a ler esse post.

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