sexta-feira, 15 de abril de 2016

Encontro mobiliza poder público e sociedade civil em prol do turismo no Litoral Norte de Pernambuco


Representantes do poder público, empresários, sociedade civil e trabalhadores da orla participaram de uma reunião, nesta quinta-feira (14.04), com a proposta de discutir o fortalecimento do turismo em Paulista e região. O encontro, que aconteceu no Hotel Casa Blanca, em Pau Amarelo, contou com a presença do prefeito Junior Matuto.  

Na ocasião, o grupo teve a oportunidade de apontar ações na área da infraestrutura urbana capazes de tornar Paulista um roteiro turístico ainda mais visitado. Dentre as ideias, a criação de alternativas para o trânsito e o avanço do mar nas praias. As duas iniciativas foram consideradas prioritárias desde o início da gestão municipal.

O prefeito Junior Matuto salientou que vem canalizando recursos públicos na realização de obras estruturadoras na região. Prova disso, foi a aplicação de R$ 28 milhões na construção de barreiras artificiais para conter o avanço do mar nas praias do Janga, Pau Amarelo e Conceição. A implantação do bagwall conseguiu estancar a erosão costeira e proteger o patrimônio público e privado.

Além desse serviço, a prefeitura está investindo R$ 16 milhões na duplicação da Ponte do Janga e rodovia PE-01. A obra, que prevê a ampliação das faixas de rolamento, recuperação da malha viária num trecho de 4,8 km e o remanejamento da rede elétrica, atende a um pleito antigo dos moradores da região das praias. Os recursos são oriundos de um convênio com o Governo do Estado.

Participaram do encontro representantes da Prefeitura do Paulista, Superintendência do Patrimônio da União (SPU), Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH), além de empresários do setor hoteleiro, do ramo de marinas, pescadores, trabalhadores da orla e moradores. Esse evento reuniu membros do Conselho Municipal de Meio Ambiente, do Turismo e do Projeto Orla.    

LEI MUNICIPAL – Durante o evento, o vereador Fábio Barros (PSB) apresentou a versão inicial da Lei do plano de gerenciamento costeiro, que define, entre outras coisas, as diretrizes para o uso da zona litorânea da cidade. Embasa nas legislações que tratam do tema, a matéria será apreciada na Câmara de Vereadores e posteriormente regulamentada pelo Poder Executivo. A ideia é de que após a regulamentação o plano também receba a colaboração de diversos setores da sociedade civil. 

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