segunda-feira, 4 de abril de 2016

Luck Receptivo ganha pela 11ª vez prêmio Top Aviesp



A Aviesp já informou aos ganhadores da edição 2016 do prêmio Top Aviesp que eles foram os vencedores. A lista completa será divulgada no início da semana e a entrega acontece na noite da próxima quinta-feira (07) durante a cerimônia de abertura da Aviesp Expo, que acontece em Campinas nos dias 8 e 9. Para uma dessas empresas que levará o troféu, isso já se tornou rotina. Trata-se da Luck Receptivo, que será agraciada pela 11ª vez.

Para desvendar o segredo deste sucesso, o M&E conversou com o presidente do Grupo Luck, Gustavo Luck, pouco depois que ele recebeu a notícia do prêmio. “Para nós é um orgulho muito grande e o prêmio é fruto do trabalho que fazemos junto às operadoras e agências de viagens”, declarou.

Ser líder em um mercado como o interior paulista não é tarefa fácil. A região é o segundo maior polo emissor de viagens do país, perdendo apenas para a capital paulista, e é formada por clientes exigentes. “Temos um representante no estado e participamos das principais feiras. Isso faz com que a Luck seja sempre lembrada”, contou. “A nossa parceria com os agentes de viagens é muito forte”, complementou.

Sobre o interior de São Paulo, Luck revelou que o destino mais procurado é Natal (RN). Em seguida vem Recife (PE), Maceió (AL), todo o litoral Norte da Bahia e Fernando de Noronha (PE). Mesmo ainda fora do top five, João Pessoa (PB) também foi mencionada pelo empresário por ser um dos destinos que mais cresce nos últimos anos.

Os segredos para conquistar a preferência dos agentes do interior? Segundo Luck a resposta para esses 11 prêmios Top Aviesp é simples: tradição, seriedade e muito trabalho. “Vamos completar 56 anos, somos uma das empresas mais antigas do país. Isso gera credibilidade”, definiu.

Resultados – Luck ressaltou que o ano passado foi muito positivo para a empresa, com um crescimento de 15%, tanto em faturamento como em número de passageiros. Um dos fatores que fizeram com que isso acontecesse foi justamente a alta do dólar. “O brasileiro viajou menos para o exterior e, por isso, tivemos um incremento relevante no segmento de lazer”, explicou o executivo.

O corporativo e os eventos, no entanto, não tiveram o mesmo desempenho. De acordo com Luck, as incertezas políticas e o momento da economia do país fizeram com que as empresas investissem menos. O cenário, na opinião do empresário, não deve passar por grandes mudanças neste ano. Pelo menos é o que aponta esses primeiros três meses de 2016.


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