quarta-feira, 8 de junho de 2016

Moradores de Santo Aleixo e Vila Rica em Jaboatão comemoram ganhos do Comunidade que Faz

Ação integrada entre o município e a população comemorou mais duas conquistas nessa terça-feira (7) nos bairros de Santo Aleixo e Vila Rica

A relação entre a gestão e os moradores do Jaboatão dos Guararapes vem resultando em grandes avanços e melhorias na vida da população. Na noite desta terça-feira (7), mais um ponto foi alcançado nesta parceria, com a entrega da obra de Contenção da Rua Jardim Belo Horizonte, no bairro de Vila Rica, em Jaboatão Centro, e a inauguração da 4ª Travessa Santo Aleixo, na mesma Regional (1). As melhorias são frutos do Comunidade que Faz (CQF).

Por esse programa, o município disponibiliza assessoria técnica e material, enquanto os moradores colocam a mão na massa. Já são quase 700 realizadas na cidade com o selo do CQF. Com cerca de 14,40m de extensão, a de contenção da Rua Jardim Belo Horizonte contou com a instalação de pedra rachão e corrimão para trazer mais segurança e mobilidade aos moradores. Para Lourdes Souza, moradora da rua há 40 anos, a melhoria foi a concretização de um sonho. “Esperei muito por esse momento, vivíamos com medo da barreira deslizar. Agradeço muito a Deus por essa conquista”, vibrou.

Os moradores da 4ª Travessa Santo Aleixo também vibraram com o trabalho feito na parceria gestão-comunidade: 75,95m de pavimentação em intertravado e drenagem da via. “Nós tínhamos muita dificuldade para andar nessa rua. No inverno, nem ambulância conseguia passar. Essa inauguração é uma vitória”, disse o frentista Ronaldo Carneiro. “Sempre tive o sonho de fazer um muro na minha casa, mas não podia pela quantidade de lama da rua. Agora, com essa pavimentação, fizemos o muro e reformamos a casa. É um verdadeiro sonho e nós só temos a agradecer.”, completou a dona de casa Lindomar Gervásio Viana.


ENERGIA – O prefeito Elias Gomes pontuou a satisfação que sente ao inaugurar obras do CQF. “Sempre que vou entregar realizações do Comunidade Que Faz, sinto uma energia diferente. As obras têm olhar, ouvido, coração e alma. São os sentimentos dos que lutaram e transformaram a vida da comunidade”, disse.

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