terça-feira, 7 de junho de 2016

Viveiro de Suape será reestruturado

Estimativa é que espaço aumente a produção em 10%




Arthur de Souza/Folha de Pernambuco
Bercário, que hoje fica na PE-60, será relocado

A produção de mudas no Viveiro Florestal do Porto de Suape, situado no Engenho Algodoais, passará por mudanças nos próximos meses. Com a reestruturação, a estimativa é que o espaço, que produz uma média de 450 mil mudas de cerca de 75 espécies ao ano, aumente a produção em 10%. 


O valor estimado é de cerca de R$ 400 mil. As reformas também incluem a sala de educação ambiental, um galpão situado próximo à entrada do viveiro, destinado a oficinas e trabalhos voltados para a preservação do meio ambiente.

“Vamos sequenciar as etapas de produção de mudas. Hoje, o berçário, por exemplo, está perto da PE-60. Queremos colocá-lo logo na entrada do viveiro florestal”, observa o diretor de Meio Ambiente e Sustentabilidade, Jorge Araújo. É no viveiro que há todo um trabalho de restauração para compensar parte da natureza que foi suprimida no complexo.


Lá, são plantadas espécies nativas da Mata Atlântica como pitanga, jenipapo, ingá, algodão da praia, sucupira, sambaqui e pau brasil. Ao atingirem o tamanho ideal, elas são reflorestadas na Zona de Preservação Ecológica de Suape, que responde por 59% dos 13,5 mil hectares que o complexo abrange. Ao fim da reestruturação será criado um  espaço para implantar painéis fotovotáicos.  

O diretor adiantou que o núcleo de educação ambiental contará com a construção de uma sala audiovisual em vidro e madeira, proporcionando uma visão panorâmica para o viveiro e isolando o som ambiente.


da Folha de Pernambuco

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