sexta-feira, 22 de julho de 2016

Compesa inicia implantação do sistema de esgotamento de Gravatá


Implantar e ampliar sistemas de esgotamento sanitário tem sido um desafio para o Governo de Pernambuco. Várias cidades estão recebendo obras de  saneamento   para melhorar a vida dos pernambucanos.  A cidade de Gravatá, distante 70 km  do Recife, é uma dessas cidades. A Compesa iniciou em  junho  a primeira etapa da obra de ampliação do sistema de esgotamento sanitário. As obras desta etapa atenderão a   40 mil pessoas, que corresponde a uma cobertura de 30%  da população  urbana local.

Segundo o presidente da Compesa em exercício, Ricardo Barreto, investir em saneamento é apostar em saúde, qualidade de vida, desenvolvimento e preservação do meio ambiente. “O esforço do governo do Estado e da Compesa é muito grande para desenvolver projetos e captar recursos para viabilizar obras de esgoto, que ainda tem no Brasil um baixo índice de cobertura”, observou Barretto. Ele acredita, que em  10 anos, o índice de cobertura  em Pernambuco passará dos atuais 21%  para 75% , já como resultado dos projetos que  estão sendo executados e planejados.

As obra de esgoto de Gravatá está em fase inicial, com os  trabalhos de terraplanagem e da concretagem da base da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE). Com um investimento de R$ 35 milhões, a obra deverá ficar pronta em fevereiro de 2018. Serão implantados  ainda 80 mil metros de rede coletora e de redes condominiais, além da construção de  estação elevatória (unidade de bombeamento). Ao tempo que constrói as obras da 1ª etapa, a  Compesa iniciou o desenvolvimento do   projeto  que irá complementar os 70%  restantes da cidade.

A obra do sistema de esgotamento  sanitário de Gravatá faz parte do Programa de Saneamento Ambiental (PSA) da Bacia Hidrográfica do Rio Ipojuca. O custo total deste projeto é de US$ 330 milhões, sendo US$ 200 milhões financiados pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e o restante (USS 130 milhões) de contrapartida do Governo do Estado. Quando for concluído em 2019, o PSA Ipojuca já terá beneficiado diretamente todos os habitantes dos 25 municípios da bacia hidráulica do Rio Ipojuca.. A vazão média  de tratamento de esgoto será de 926 litros por segundo, ao final do projeto, que irá beneficiar ainda outras cidades do agreste pernambucano, como Tacaimbó, Venturosa, Arcoverde, Sanharó, Caruaru, Bezerros, Gravatá, Chã grande, Primavera e Escada.

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