segunda-feira, 18 de julho de 2016

Faxina geral vai deixar orla de Boa Viagem pronta para chegada do verão

Emlurb promete corrigir falhas no calçadão, recuperar bancos e recuperar torres de iluminação. Obra do passeio custará R$ 150 mil

Obra do passeio se soma a outra ação, que já está sendo executada: a recuperação de 161 torres de iluminação pública instaladas ao longo da orla / Foto: Reprodução/TV Jornal
Obra do passeio se soma a outra ação, que já está sendo executada: a recuperação de 161 torres de iluminação pública instaladas ao longo da orla
Foto: Reprodução/TV Jornal


Ponto turístico obrigatório de quem chega ao Recife, a Praia de Boa Viagem, na Zona Sul da cidade, começa a se preparar para o próximo verão, nesta segunda-feira (18). A Empresa de Manutenção e Limpeza Urbana do Recife (Emlurb) promete corrigir falhas de todo o calçadão, inclusive com reposição do piso intertravado engolido pelo mar, na altura do nº 4398, ou que se soltou em outros pontos. Serviços de drenagem também estão no pacote, ao contrário da recuperação dos bancos, oxidados ao longo de quase toda a orla e com ferrugem exposta, que ficam para uma próxima etapa.

A obra do passeio tem previsão de durar dois meses e terá investimento de R$ 150 mil. “Nossas equipes vão atuar em três, quatro pontos ao mesmo tempo para agilizar o serviço”, afirma a diretora de Manutenção da Emlurb, Fernandha Batista. Já os bancos oxidados passam por levantamento para recuperação posterior. A última foi em 2014, segundo o órgão.


A obra do passeio se soma a outra ação, que já está sendo executada: a recuperação de 161 torres de iluminação pública instaladas ao longo da orla. “Cada torre está sendo removida e substituída por uma provisória até que seja recuperada tanto em sua estrutura quanto na parte elétrica. O material oxida em ambiente marítimo e precisa de manutenção preventiva”, explica Fernandha.

Segundo a diretora, a recuperação das torres deve se estender até outubro e tem investimento de R$ 895 mil. “Ambos os serviços são voltados para termos uma orla bem estruturada no início do verão, em setembro, quando aumenta muito o fluxo de pessoas no local. Além de eliminar riscos, estamos fazendo melhorias”. 

A iluminação é o quesito mais reclamado por frequentadores da orla ouvidos pelo JC. “Vi vários pontos escuros, principalmente onde os postes são mais espaçados entre si. Também acho que faltam coletores e as pessoas acabam jogando lixo no chão”, observa o engenheiro brasiliense Tomás Borges, 26 anos, que estava hospedado no bairro a trabalho.

Morador da área, o casal Cláudia Cristian, 40, e Edvaldo José Farias, 37, cobra obras de contenção do avanço do mar, iluminação e mais segurança. “O mar continua avançando, procurando o espaço que é dele e a prefeitura não faz nada, só paliativos. Melhorias não vemos nenhuma”, critica Cláudia. “Há locais muito escuros, como o Pina, e tem assalto frequente”, completa Edvaldo. 

A Emlurb informa ter 191 lixeiras na orla, sendo 82 cestos e 64 contenedores e diz que a varrição é feita três vezes ao dia, removendo-se cerca de 10 mil toneladas num dia, volume que chega a 24 mil toneladas no final de semana.

Já a Polícia Militar informa que o policiamento no bairro é feito por patrulhas do bairro do 19° Batalhão diuturnamente, contando ainda com motopatrulhamento e segway e que na orla há policiamento a pé do Batalhão de Choque. E disponibiliza os seguintes telefones: 81-31813573 e 81- 98494-3147/98494-3144 para contato.

JC Online

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