quinta-feira, 7 de julho de 2016

SAMU não é brincadeira: diga não aos trotes!

Os trotes nas ações de socorro, como o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) – com discagem gratuita para o 192 –, causam prejuízo e atraso nas ocorrências. Esse tipo de chamada representa de 1 a 2% das ligações mensais recebidas em alguns municípios da Região Metropolitana. 

As ocorrências falsas geram o trote-qualificado que resultam em maiores transtornos, pois uma equipe é deslocada para a suposta ocorrência, o que impossibilita de realizar um socorro em outra localidade naquele momento.

Em Pernambuco quem for pego passando trote pode pagar caro pois a Lei n° 14.670, de maio de 2012, prevê o ressarcimento ao Estado das despesas referentes ao acionamento indevido dos serviços de pronto atendimento dos órgãos.

Quem faz uso de procedimentos incorretos para requisitar o serviço precisa ter consciência que o trote prejudica a todos e que essa brincadeira pode custar vidas. Tal prática precisa ser banida e os adultos devem, principalmente, sensibilizar crianças e adolescentes que o SAMU é coisa séria.

Veja alguns exemplos de quando acionar os serviços do SAMU (192):

Na ocorrência de problemas cardiorrespiratórios;
Em casos de Intoxicação por ingestão de medicamentos;
Em caso de queimaduras graves;
Na ocorrência de maus tratos;
Em trabalhos de parto onde haja risco de morte da mãe ou do feto;
Em casos de tentativas de suicídio;
Em crises hipertensivas;
Quando houver acidentes/traumas com vítimas;
Em casos de afogamentos;
Em casos de choque elétrico;
Em acidentes com produtos perigosos;

Algumas medidas que contribuem para o atendimento em caso de acidente:
Verifique a quantidade de vítimas, o estado de consciência delas e se alguma delas está presa ás ferragens.

Ligue para o 192 e siga as orientações do Médico Regulador.

Sinalize as vias com galhos de árvore e triângulo de sinalização.

Em caso de acidente com motos: não toque nas vítimas, não retire o capacete.
Não dê água aos acidentados.

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